• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Tempo Real

Dólar fecha em queda para menor nível em 10 dias; veja cotação

Anúncio de estímulos imobiliários na China e nova alta do minério de ferro deram fôlego a divisas emergentes

Por Antonio Perez

17/05/2024 | 18:18 Atualização: 17/05/2024 | 18:18

Dólar e real (Foto: Adobe Stock)
Dólar e real (Foto: Adobe Stock)

O dólar à vista emendou o segundo pregão consecutivo de queda na sessão desta sexta-feira (17), e fechou na linha de R$ 5,10, nos menores níveis em cerca de dez dias. Anúncio de estímulos imobiliários na China e nova alta do minério de ferro deram fôlego a divisas emergentes, apesar do avanço das taxas dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano).

Leia mais:
  • Ibovespa na semana: JBS salta 18%, enquanto Petrobras cai com demissão de Prates; veja os destaques
  • Bolsas de NY fecham mistas com atenção às perspectivas de política monetária
  • Treasuries sobem após declaração de diretora do Fed sobre os juros
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A perspectiva de fim iminente do ciclo de cortes da taxa Selic também contribui para que o real se recupere das perdas recentes, em meio aos ruídos políticos com o dissenso na decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) e a troca de comando na Petrobras (PETR4).

Em entrevista exclusiva ao Broadcast/Estadão, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que o debate no comitê é técnico. Ao ser indagado sobre novos cortes da taxa Selic, ele argumentou que é necessário “tempo, serenidade e calma” para avaliar as variáveis que vão ditar o comportamento da política monetária.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

A manutenção de uma taxa real elevada e o fim da corrosão do diferencial entre juros interno e externo – com possibilidade de Selic estacionada em dois dígitos e eventual corte de juros nos EUA em setembro – tendem a dar certo suporte à moeda brasileira.

Afora uma alta pontual e contida na abertura dos negócios, a moeda americana operou em baixa ao longo do restante da sessão. Com mínima a R$ 5,1010, à tarde, o dólar à vista encerrou o pregão em baixa de 0,55%, cotado a R$ 5,1020. A divisa encerra a semana com perdas de 1,09%, o que leva a desvalorização no mês a 1,74%.

“O real ficou para trás em relação aos pares emergentes nas últimas semanas por conta das notícias políticas, como a troca de presidência na Petrobras, mas agora está se recuperando. Hoje, tem um desempenho muito parecido com o do peso mexicano”, afirma o diretor de investimentos da Alphatree Capital, Rodrigo Jolig, ressaltando que a postura mais dura do Copom, reforçada na ata e em declarações de Campos Neto, favorece a moeda brasileira.

Jolig observa também que havia um pessimismo exagerado que cerca a economia chinesa, que é em parte mitigado quando saem anúncios do governo de estímulo à economia, como o pacote imobiliário divulgado hoje. Entre as medidas anunciadas, estão a flexibilização de regras hipotecárias, ordem para governos locais comprarem casas não vendidas e redução do piso de taxas de hipotecas para primeira e segunda residências.

Publicidade

“Os players estão reduzido as posições compradas em dólar contra a moeda da China. Isso colabora para um dólar menos forte em relação a emergentes”, afirma o gestor, para quem a taxa de câmbio pode romper novamente o piso de R$ 5,00 e buscar R$ 4,90, caso não haja um “desastre” na política interna. “Vamos ter duas semanas mais tranquilas em termos de indicadores americanos, o que tende a favorecer ativos de risco. E o mercado parece mais otimista com corte de juros pelo Fed neste ano”.

Com a agenda americana esvaziada hoje, as atenções no exterior se voltaram a declarações de dirigentes do Federal Reserve. As taxas dos Treasuries exibiram alta moderada e tocaram máximas em meio a comentários da diretora Michelle Bowman. Embora tenha dito que considera o atual nível da política monetária restritivo e vislumbre arrefecimento da inflação, ela disse que continua disposta a apoiar um aumento de juros caso os dados indiquem pausa ou reversão do processo de desinflação.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Câmbio
  • China
  • Dolar
  • Moeda
Cotações
27/02/2026 2h16 (delay 15min)
Câmbio
27/02/2026 2h16 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Imposto sobre herança deve mudar em SP

  • 2

    Isa Energia, Taesa e Axia: quem sustenta dividendos na nova safra de balanços

  • 3

    Imposto de herança: o que muda com a reforma tributária e como 2026 afeta seu planejamento

  • 4

    JP Morgan lança JEPI39 na B3 e traz ao Brasil o maior ETF ativo do mundo

  • 5

    Como analisar investimentos de políticos para identificar oportunidades na bolsa

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como o valor do vale é definido?
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como o valor do vale é definido?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (26)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual grupo recebe o auxílio hoje (26)?
Imagem principal sobre o INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (26)?
Logo E-Investidor
INSS: qual grupo recebe o benefício hoje (26)?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como regularizar pendências do CPF?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como regularizar pendências do CPF?
Imagem principal sobre o Saque-aniversário do FGTS: o saldo é bloqueado após antecipação?
Logo E-Investidor
Saque-aniversário do FGTS: o saldo é bloqueado após antecipação?
Imagem principal sobre o Gás do Povo: 3 meios práticos para consultar a situação do vale de recarga
Logo E-Investidor
Gás do Povo: 3 meios práticos para consultar a situação do vale de recarga
Imagem principal sobre o PREVBarco do INSS iniciou atendimento em três cidades nesta semana; veja quais
Logo E-Investidor
PREVBarco do INSS iniciou atendimento em três cidades nesta semana; veja quais
Imagem principal sobre o Gás do Povo: o vale para recarga é cumulativo? Entenda
Logo E-Investidor
Gás do Povo: o vale para recarga é cumulativo? Entenda
Últimas: Tempo Real
Caixa Seguridade (CXSE3): lucro sobe 6,4% em um ano e soma R$ 1,12 bilhão no 4T25
Tempo Real
Caixa Seguridade (CXSE3): lucro sobe 6,4% em um ano e soma R$ 1,12 bilhão no 4T25

As receitas operacionais da companhia também tiveram alta, com 4,3% em um ano, para R$ 1,49 bilhão

26/02/2026 | 20h57 | Por André Marinho
Axia (AXIA3) registra lucro de R$ 1,25 bilhão no 4T25, alta de 141,4%; veja o balanço
Tempo Real
Axia (AXIA3) registra lucro de R$ 1,25 bilhão no 4T25, alta de 141,4%; veja o balanço

Em todo 2025, a companhia teve lucro líquido ajustado de R$ 4,76 bilhões, redução de 45,8% em relação ao obtido em 2024

26/02/2026 | 20h35 | Por Ludmylla Rocha e Luciana Collet
Itaú (ITUB4) aprova JCP no total de R$ 3,8 bilhões; veja quem tem direito
Tempo Real
Itaú (ITUB4) aprova JCP no total de R$ 3,8 bilhões; veja quem tem direito

Proventos serão pagos até 31 de agosto, conselho de administração do Itaú Unibanco

26/02/2026 | 20h14 | Por Danielle Fonseca
B3 (B3SA3) registra lucro de R$ 907,8 milhões no 4T25, queda de 23% em doze meses
Tempo Real
B3 (B3SA3) registra lucro de R$ 907,8 milhões no 4T25, queda de 23% em doze meses

O Ebitda subiu 14,5% para R$ 1,829 bilhão no quarto trimestre frente ao 4T24 e registrou alta de 5,9% em três meses

26/02/2026 | 19h50 | Por Cynthia Decloedt

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador