Amanhã (26), o Fed revisará sua política monetária. A expectativa é que o BC americano prepare o terreno para uma série de aumentos de juros, a partir de março, diante de pressões inflacionárias persistentes e à medida que a economia dos EUA segue se recuperando dos efeitos da pandemia de covid-19.
Tensões geopolíticas, por sua vez, ganharam atenção extra nesta semana, após a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) decidir reforçar sua presença militar no Leste Europeu para evitar uma invasão da Ucrânia por forças russas.
No campo macroeconômico, uma boa notícia veio hoje da Alemanha. O chamado índice Ifo de empresas alemãs subiu inesperadamente em janeiro, a 95,7 pontos, depois de acumular perdas por seis meses seguidos.
Ao longo do dia, serão divulgados nos EUA um indicador de confiança do consumidor e uma série de balanços de grandes empresas, como General Electric, Johnson & Johnson e Microsoft.
Às 7h (de Brasília), a Bolsa de Londres subia 1,09%, a de Frankfurt avançava 1,02% e a de Paris se valorizava 1,26%. Já as de Milão, Madri e Lisboa tinham ganhos de 1,05%, 1,11% e 0,71%, respectivamente.
No câmbio, o euro recuava a US$ 1,1286, de US$ 1,1323 no fim da tarde de ontem, enquanto a libra caía a US$ 1,3482, de US$ 1,3492 ontem.
No noticiário corporativo, destaque para o Credit Suisse, que nesta madrugada fez um alerta de lucro referente ao quarto trimestre. Por volta das 6h45, a ação do banco suíço caía 0,50% em Zurique.