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Riscos geopolíticos e econômicos inibem expectativas para PIB em 2022

Aumento do PIB não reverte projeções para ano marcado por inflação e juros altos no Brasil, além de riscos externos

Por Reuters

04/03/2022 | 14:09 Atualização: 04/03/2022 | 14:20

Os riscos geopolíticos e econômicos diante do Brasil neste ano dificultam uma melhora nas expectativas para o crescimento da atividade econômica mesmo depois de um desempenho melhor do que o esperado no fim de 2021, afirmam economistas.

Leia mais:
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O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 0,4% no quarto trimestre na comparação com os três meses anteriores, acima da expectativa de expansão de 0,1% apontada em pesquisa da Reuters com economistas, mostraram dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira. Com isso, o país superou a recessão técnica na qual havia entrado após dois trimestres consecutivos de retração da atividade.

O desempenho deixou o carregamento estatístico para 2022 em 0,3% –ou seja, se houver variação nula do PIB nos quatro trimestres de 2022, o Brasil cresce 0,3% no ano. Uma melhora, já que até então o mercado vinha falando em carregamento nulo ou até mesmo negativo.

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Mas essa questão técnica não foi suficiente para impulsionar de forma substancial as projeções para um ano marcado por inflação e juros altos no Brasil e pelas incertezas trazidas pelo confronto na Ucrânia.

“Temos o copo meio cheio, com retorno a um dado positivo depois de duas quedas trimestrais, e meio vazio com as incertezas pelos riscos no ambiente econômico e geopolítico, ainda que a nossa exposição a esse conflito seja menor que de outros países”, avaliou Rodolfo Margato, economista da XP.

As sanções adotadas devido ao conflito e a disparada dos preços das commodities devem abalar o crescimento global, com impacto negativo sobre o comércio, mas o Brasil ainda tem a vantagem de ser um exportador de commodities e um emergente que está fora da região mais afetada, podendo se favorecer dos preços mais altos das matérias-primas.

Ainda assim, Alessandra Ribeiro, economista da Tendências, avalia que o conflito na Europa reforçará um viés negativo para o PIB do Brasil este ano, que já enfrenta os obstáculos de uma inflação elevada, aperto monetário e um cenário eleitoral polarizado que, em seu entendimento, tende a desestimular discursos economicamente responsáveis.

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Para a economista, os dados do PIB do quarto trimestre, ainda que melhores do que o esperado, não alteram as perspectivas. “É um ano desafiador, não vejo mudança de cenário”, disse ela, que estima crescimento zero em 2022.

“A questão do câmbio tem nos favorecido, e é um limitador para a inflação, mas ainda assim pode ter alguns respingos para inflação e talvez o BC tenha que andar um pouco mais nesse ciclo de aperto de juros”, acrescentou, destacando que a guerra deve afetar negativamente o Brasil tanto pelo canal comercial como pelo financeiro.

Para o economista-chefe do banco Fator, José Francisco Gonçalves, os dados do PIB de 2021 também não alteram as perspectivas para este ano.

“Decisões de produzir e de investir por parte das empresas comprometidas pela incerteza global e local, política fiscal e monetária contracionista e inflação elevada indicam queda na atividade, ainda que modesta”, afirmou, em relatório.

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Com a inflação persistente, a taxa básica de juros Selic saiu da mínima de 2% em março do ano passado e está em 10,75%, em um ciclo de aperto monetária promovido pelo Banco Central para tentar domar a alta dos preços que deve ter continuidade neste mês, quanto o BC volta a se reunir.

O impacto dessa alta dos juros na indústria preocupa, bem como a combinação de preços e custos de empréstimos elevados no consumo das famílias.

“O aperto da política monetária tem efeitos defasados sobre a economia, e boa parte dos efeitos contracionistas devem ser observados a partir do segundo trimestre deste ano. O impacto na demanda interna deve ficar mais visível a partir do segundo trimestre”, disse o economista-chefe do banco BC, Roberto Padovani.

A AZ Quest até revisou para cima sua projeção para a expansão do PIB em 2022 de 0,3% para 0,5% depois dos dados do PIB. Mas a economista Mirella Hirakawa destaca que esse número tem viés de baixa, dados todo esse cenário.

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“Começamos 2022 um pouco melhor, mas saímos de um patamar com inflação e juros altos, e com essas novas informações do conflito (na Ucrânia). O conjunto de fatores para o crescimento de 2022 é baixista”, disse ela

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