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Na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega marcada para maio encerrou a sessão em alta de 0,35%, a US$ 4,4565 a libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), por volta das 15h00 (de Brasília), o cobre para três meses subia 0,56%, a US$ 9.855,00 por tonelada.
Na avaliação do Julius Baer, o foco dos mercados de metais industriais parece estar mudando. Enquanto o medo de possíveis interrupções de oferta pela guerra na Ucrânia caem, as preocupações com as medidas restritivas na China ganham espaço. “Para além de qualquer interrupção de curto prazo na oferta, temos dificuldade em ver quaisquer cortes de longo prazo em tais mercados”, afirma.
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Em relatório, o Commerzbank afirma que o avanço de hoje sugere que os preços estão se estabilizando e os metais, prontos para embargar em uma recuperação renovada. O banco alemão menciona o fato do presidente chinês, Xi Jinping, ter pedido para que esforços sejam feitos em investimento em infraestrutura. “Além disso, gastos em infraestrutura devem ser apoiados por políticas fiscais e uma melhor cooperação com o capital privado. Isso parece espera levando a um movimento de compras de metais nos preços na LME e SHFE Bolsa de Futuros de Xangai hoje, mesmo que os operadores não pareçam eufóricos”. As preocupações sobre demanda pela China devem permanecer no centro do debate, enquanto persistirem e surgirem lockdowns em cidades do país asiático.
Entre outros metais negociados na LME, no horário citado acima, a tonelada do alumínio ganhava 1,17%, a US$ 3.116,00; a do chumbo caía 2,60%, a US$ 2.283,00; a do níquel ganhava 1,92%, a US$ 33.685,00; a do estanho perdia 0,61%, a US$ 40.200,00; e a do zinco aumentava 0,66%, a US$ 4.221,50.
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