Na London Metal Exchange (LME), por volta das 15h23 (de Brasília), o cobre para três meses avançava 0,37%, a US$ 9.525,00 por tonelada.
O TD Securities acredita que sinais de que o surto de vírus na China foi superado estão fornecendo combustível adicional para o rali de alívio em metais industriais. Consumidores voltaram aos shoppings de Pequim neste domingo, quando a capital chinesa relaxou as restrições da pandemia. Em Xangai, as autoridades estão procurando aliviar as restrições esta semana, com algumas empresas retomando as atividades a partir de 1º de junho.
“O amplo derretimento do dólar e Pequim afrouxando as restrições da covid-19 apoiam uma recuperação nos preços dos metais na LME”, diz o banco. “No entanto, nosso rastreamento em Xangai revela um fluxo substancial de vendas em cobre, e a perspectiva de surtos contínuos provavelmente restringirá a capacidade da China de impulsionar sua economia no curto prazo”, pondera. A Moody’s cortou sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) chinês em 2022, de 5,2% a 4,5%. De acordo com a instituição, desequilíbrios por conta da covid-19, baixa no setor imobiliário e riscos geopolíticos elevados desacelerarão o crescimento da potência asiática. Para 2023, a agência espera crescimento de 5,3% do PIB chinês.
No mesmo horário citado acima, a tonelada do alumínio subia 0,40%, a US$ 2.880,00; a do chumbo ganhava 0,65%, a US$ 2.179,50; a do estanho se mantinha estável em US$ 34.200,00, a 34.240,00; e a do zinco se elevava 1,06%, a US$ 3905,00.
* Com informações da Dow Jones Newswires e Associated Press