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Bolsas da Europa fecham em baixa, com perspectiva de aperto monetário

Em Londres, o FTSE 100 recuou 1,53%, após o PIB britânico mostrar recuo inesperado entre março e abril

Por Estadão Conteúdo

13/06/2022 | 14:11 Atualização: 13/06/2022 | 14:11

Resultado das principais bolsas de valores da Europa. REUTERS
Resultado das principais bolsas de valores da Europa. REUTERS

Por Gabriel Caldeira – As bolsas europeias fecharam em forte queda hoje, na quinta sessão consecutiva de baixas no Velho Continente. Perspectivas de aperto monetário nos Estados Unidos e na Europa, em meio à escalada inflacionária global, seguem pesando sobre os mercado acionários da região. Ao mesmo tempo, contração do Produto Interno Bruto (PIB) do Reino Unido e a possibilidade de novas restrições na China por causa da covid-19 deterioram ainda mais o sentimento de investidores, já pessimistas com o crescimento da economia global.

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O índice pan-europeu Stoxx 600 terminou o dia em baixa de 2,41%, aos 412,52 pontos. Em Londres, o FTSE 100 recuou 1,53%, aos 7.205,55 pontos, após o PIB britânico mostrar recuo inesperado entre março e abril, de 0,3%. Segundo a Capital Economics, a leitura de abril reflete o término do programa de testagem gratuita para covid-19, que cortou 0,5 ponto porcentual do dado. Ainda assim, a economia do Reino Unido deve continuar fraca nos próximos meses, e o Banco da Inglaterra preferirá subir os juros em 25 pontos-base na reunião desta semana, projeta a casa.

Ainda sobre a economia do Reino Unido, foi divulgado hoje que a produção industrial britânica recuou 0,6% entre março e abril, contrariando expectativa de alta marginal.

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No cenário global, a aversão ao risco ocorre na esteira dos movimentos de sexta-feira, quando um índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) mais forte que o esperado nos EUA desencadeou especulações sobre um aumento mais agressivo do juro básico pelo Federal Reserve (Fed), cujo Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) se reúne na próxima quarta-feira (15).

A maioria das análises de economistas projetam um comunicado duro e uma coletiva de imprensa do presidente Jerome Powell que não excluirá a chance de altas ainda maiores do 50 pontos-base em reuniões futuras. O Barclays, por exemplo, já espera alta de 75 pontos-base nesta semana, possibilidade considerada também pela Capital Economics. Segundo ferramenta do CME Group, há no momento 67,3% de chance de alta de meio ponto porcentual e 32,7% de elevação de 75 pontos-base. Entre outras mercados europeus, o índice DAX recuou 2,43% em Frankfurt, aos 13.427,03 pontos, o parisiense CAC 40 baixou 2,67%, aos 6.022,32 pontos, e o FTSE MIB, de Milão, cedeu 2,79%, aos 21.918,04 pontos. Nas praças ibéricas, o lisboeta PSI 20 caiu 1,18%, aos 6.016,09 pontos, e o madrilenho IBEX 35 fechou em queda de 2,47%, aos 8.183,30 pontos.

Outro fator que alimentou a aversão ao risco hoje foi o aumento de casos de covid-19 em metrópoles da China, incluindo a capital Pequim, poucas semanas depois do país ter relaxado as restrições em combate á doença. De acordo com a mídia estatal, Pequim registrou um surto e alterou planos para retomada de aulas presenciais, enquanto Xangai segue com seu programa de testes em massa.
Por fim, segue em foco o aumento dos juros dos bônus da Europa após a sinalização de que o Banco Central Europeu (BCE) vai elevar os juros nas suas duas próximas reuniões, em julho e setembro. Nos últimos dias, o crescente spread entre os retornos do BTP italiano e o Bund alemão fomentou temores de uma nova crise da dívida na zona do euro.

Na opinião do presidente do BC da Eslováquia, Peter Kazimir, o BCE deveria subir a taxa básica em meio ponto porcentual em setembro, após uma elevação de 25 pontos-base em julho. A visão é compartilhada pelo chefe do BC da Lituânia, Gediminas Simkus. Ambos também fazem parte do Conselho do BCE que decide a política monetária na zona do euro.

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