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Apesar da decisão mais dura do Federal Reserve (Fed) sobre a política monetária dos Estados Unidos, que elevou a taxa de juros em 0,75%, o mercado já havia precificado o aumento nas últimas sessões. Após o anúncio, o Ibovespa chegou a zerar os ganhos, mas logo recuperou a alta, puxada pelas bolsas do exterior.
A desvalorização dos papéis da Petrobras (PETR4) – principal empresa do Ibovespa -, pressionados pela queda do preço do petróleo, também pesaram negativamente para o índice.
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Por outro lado, a sinalização do Banco Central Europeu (BCE) sobre a criação de instrumento para mitigar os riscos de fragmentação na Zona do Euro influenciou positivamente as bolsas do Brasil e do exterior. O conselho do BCE orientou a área técnica a acelerar a criação da ferramenta.
Em Nova York, S&P 500 e Dow Jones fecharam o dia subindo 1,46% e 1%, respectivamente. Já o Nasdaq subiu 2,50%.
As três ações que mais desvalorizaram no dia foram Braskem (BRKM5), Petrobras (PETR4) e PetroRio (PRIO3).
Confira o que influenciou o desempenho dos ativos:
As ações da Braskem perderam 2,27%, cotadas a R$ 40,45.
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No mês, elas caem 9,10% e, no ano, 26,99%.
Os papéis PETR4 cederam 1,76%, cotados a R$ 29,08, em linha com a queda dos contratos futuros do petróleo no mercado internacional. O barril do tipo Brent para agosto fechou em baixa de 2,19%.
No mês, as ações da estatal caem 3,26%. No ano, sobem 24,22%.
Também pressionada pela queda do barril do petróleo, os papéis da PetroRio recuaram 1,48%, cotados a R$ 25,26.
Em junho, as ações da empresa caem 9,75%. No ano, sobem 22,21%.
*Com Estadão Conteúdo
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