A recuperação do índice ocorreu apesar do pessimismo com o cenário fiscal e fraqueza das ações em Nova York. Assim, o Ibovespa encerrou aos 100.764 pontos, com alta de 2,12% e giro financeiro de R$ 22 bilhões. Os juros futuros terminaram a sessão em leve alta, refletindo o ambiente internacional marcado pelo avanço dos treasuries e do petróleo, mas com efeito na curva limitado pela fraqueza geral do dólar. O dólar vs. real, por sua vez, encerrou com queda de 0,35%, cotado aos R$ 5,23/US$.
No exterior, o clima geral entre os investidores foi de cautela nesta segunda-feira (27) por conta de perspectivas monetárias mais restritivas em um momento de desaceleração da economia global e escalada de preços. Há ainda riscos geopolíticos, em meio aos conflitos entre Ocidente e Rússia. Entre os indicadores econômicos, encomendas de bens duráveis e vendas pendentes de imóveis subiram 0,7% na variação mensal em maio, números que deram fôlego às bolsas. Assim, as principais praças europeias encerraram o dia mistas. Já, as bolsas americanas, após terem uma semana de recuperação, encerraram o dia em queda. O dólar mostrou fraqueza em relação aos seus pares e os juros das treasuries subiram.
Na agenda desta terça-feira, destaque para a divulgação do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) de junho no Brasil.