Em NY, os rendimentos dos treasuries avançaram, em sintonia com as apostas de que o banco central norte-americano manterá o ritmo de aumento de 75 pontos base nas fed fund rates na próxima decisão de juros em setembro. As bolsas americanas, por sua vez, fecharam no campo negativo, com queda entre 0,5% a 1%.
As bolsas europeias também encerraram em baixa, com os investidores monitorando expectativa de aperto monetário também pelo banco central europeu. Ainda no exterior, o petróleo fechou com ganho de mais de 2%, antecipando um possível aperto na oferta da OPEP+.
No Brasil, os investidores começaram o dia avaliando a divulgação dos dados do Caged. Foram criados cerca de 218 mil vagas em julho, ficando abaixo da expectativa do consenso que esperava criação de
aproximadamente 258 mil. Para os mercados, o Ibovespa oscilou moderadamente ao longo do dia. O
cenário internacional adverso pesou nesta segunda-feira mas o índice foi sustentado pelo fôlego das
ações da Petrobras.
Ao final da sessão, o Ibovespa era negociado aos 112.323 pontos, fechando próximo da estabilidade, com giro financeiro de R$ 21 bilhões. Quanto ao dólar, os ingressos de fluxo cambial tem garantido a baixa da moeda americana, que também esteve sensível à volatilidade do exterior. Ao final do pregão, o dólar operava em queda de 0,88%, cotado aos R$ 5,03/US$.