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Comportamento

Goldman Sachs se prepara para uma nova onda de demissões

A instituição normalmente demite de 1% a 5% dos trabalhadores por ano

Por Lauren Hirsch, da The New York Times News Service

23/09/2022 | 17:32 Atualização: 23/09/2022 | 17:32

Fachada do Goldman Sachs. Foto: Brendan McDermid/REUTERS
Fachada do Goldman Sachs. Foto: Brendan McDermid/REUTERS

(The New York Times) – O Goldman Sachs está se preparando para uma rodada de demissões, de acordo com duas pessoas familiarizadas com os planos que falaram sob a condição de anonimato, porque não estavam autorizadas a se manifestar publicamente.

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Os cortes nas equipes vão afetar os funcionários em toda a empresa, disseram as pessoas.

O Goldman costuma rever o número de funcionários todos os anos, despedindo os funcionários com base no desempenho deles e nas necessidades do banco. O banco havia pausado a medida durante a pandemia, que também coincidiu com um período recorde de negociações, quando os banqueiros reclamaram do excesso de trabalho. A instituição normalmente demite de 1% a 5% dos trabalhadores. Esta rodada de demissões talvez se aproxime da menor marca dessa possível faixa, disse uma pessoa a par do tema.

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O diretor financeiro do Goldman, Denis Coleman, disse a analistas em julho que o banco iria “provavelmente retomar a revisão anual de desempenho de nossa base de funcionários no final deste ano”.

A mudança ocorre enquanto a iniciativa do Federal Reserve para controlar a inflação aumentando as taxas de juros está esfriando as negociações e levando a preocupações de que a economia dos EUA entrará em uma recessão. A guerra na Ucrânia adicionou ainda mais incerteza à combinação de fatores.

O Goldman informou em julho que seu lucro no segundo trimestre havia caído aproximadamente 50% em relação ao ano anterior, para pouco menos de US$ 3 bilhões. A receita da divisão de bancos de investimento do Goldman diminuiu 41%, em comparação com o mesmo período em 2021. A empresa disse que seu acumulado de operações caiu, mas não revelou quanto. Por ora, o banco disse que as contratações até o fim do ano iriam desacelerar.

As negociações nos EUA até agora em 2022 totalizaram cerca de US$ 1,2 trilhão, ante os US$ 2 trilhões um ano atrás, de acordo com a plataforma de informações sobre o mercado financeiro Dealogic. As ofertas públicas iniciais aumentaram em torno de 95% menos no primeiro semestre do que no primeiro semestre de 2021, segundo a Ernst & Young. O número de transações caiu quase 73%.

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“Não há dúvidas de que o mercado se tornou mais desafiador”, disse David M. Solomon, CEO do Goldman, na divulgação de resultados de julho.

“Tomamos a decisão de diminuir a velocidade das contratações e reduzir alguns salários daqui para frente”, disse Solomon. “Estamos levando em conta, no entanto, que embora estejamos sendo disciplinados com nossas despesas, não vamos fazer isso em detrimento dos produtos para nossos clientes ou para nossa estratégia de crescimento.

As declarações de Solomon, que reiteraram alertas semelhantes de CEOs por toda Wall Street, foram bem diferentes da euforia do ano passado. Quando as taxas de juros baixas e os mercados financeiros nas alturas levaram a um frenesi de transações que exigiu a contratação de novos funcionários pelos bancos para ajudá-los a lidar com o volume pesado de negociações.

Entretanto, para os executivos de Wall Street, avaliar a quantidade necessária de demissões pode ser difícil. Há sinais conflitantes a respeito da situação da economia dos EUA, com alguns estimando que ela talvez já esteja em uma recessão, ou prestes a entrar em uma, enquanto outros acreditam que haverá uma desaceleração, mas nenhuma contração econômica. E as negociações, que podem voltar com a mesma rapidez com que desaparecem, mostraram sinais recentes de otimismo, como a estreia da Porsche na bolsa, o que faz com que os banqueiros fiquem cautelosos com a possibilidade de ficar com a equipe reduzida caso os negócios voltem a acelerar de novo.

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Mas, por enquanto, os bancos de Wall Street talvez tenham simplesmente muitos negociadores.

“A demanda por profissionais apenas está menor do que antes”, disse Chris Connors, vice-presidente da Johnson Associates, empresa de consultoria de remuneração. “O volume de trabalho despencou.”

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