A perspectiva de aperto monetário ao redor do mundo continua causando impactos negativos para as bolsas, evidenciado pela queda superior a 1,5% das bolsas da Europa, mesmo movimento visto em Nova York. No câmbio, mesmo com a alta do iene após a intervenção do BC, o índice DXY (índice que mede a variação do dólar frente a uma cesta de moeda) avançou, com destaque para a queda do euro, influenciada pelo divulgação do índice de confiança do consumidor da Zona do Euro, que venho pior do que a expectativa dos analistas.
Os juros dos Treasuries operaram com volatilidade na parte da manhã e iniciaram a tarde com ganhos, já ente as commodities o petróleo subiu impulsionado pelo relatos de que a União Europeia pode lançar novas sanções contra a Rússia, entre elas um teto para o preço do óleo do país.
Já no cenário nacional, os investidores estão pesando as decisões de políticas monetárias no mundo e o Ibovespa tenta se descolar do exterior. Por aqui, os investidores ainda reagem à decisão do COPOM de encerrar o ciclo de alta de juros em 13,75%. Próximo às 14h20, o Ibovespa tinha alta de 0,5%, aos 112.500. Também contribui para a melhor performance da bolsa a alta de 3,2% do minério de ferro em Dailan, impulsionando as ações de mineradoras e siderúrgicas, que são destaques de alta entre as blue chips.