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Juros: taxas terminam com viés de alta, apesar de CPI forte nos EUA

A taxa do contrato de DI para janeiro de 2024 fechou estável ante o ajuste de terça-feira, em 12,80%

Por Denise Abarca, Estadão Conteúdo

13/10/2022 | 18:12 Atualização: 13/10/2022 | 18:14

(Foto: Andrey Popov/Shutterstock)
(Foto: Andrey Popov/Shutterstock)

Os juros futuros fecharam a quinta-feira (13) perto dos ajustes anteriores, com viés de alta nos vencimentos intermediários e longos. Terminaram distantes das máximas vista pela manhã em reação à inflação ao consumidor nos Estados Unidos acima do esperado, mas não conseguiram firmar o movimento de queda ensaiado à tarde. A curva basicamente acompanhou a trajetória do câmbio, com o dólar também abandonando o recuo na segunda etapa e voltando a subir timidamente no fechamento dos negócios.

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A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 fechou estável ante o ajuste de terça-feira, em 12,80%, e a do DI para janeiro de 2025 subiu de 11,64% para 11,71%. O DI para janeiro de 2027 terminou com taxa de 11,55%, de 11,50%.

Os mercados globais superaram ainda pela manhã o efeito nocivo do índice de inflação ao consumidor (CPI, em inglês) norte-americano acima do esperado, um dia após a inflação no atacado ter também surpreendido negativamente. No caso dos juros, as taxas zeraram a alta e passaram a oscilar com queda moderada, em linha com o alívio no câmbio e apesar do avanço no rendimento dos Treasuries – a taxa da T-Note de 10 anos chegou a romper 4%. O dólar também avançava pela manhã, chegando nas máximas à casa de R$ 5,3814, zerou os ganhos e passou a cair à tarde. Mas retomou leve avanço no fim do dia, trazendo o viés de alta para as taxas de médio e longo prazos no término da sessão regular.

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Nas mesas de renda fixa, porém, havia alguma estranheza com relação à virada dos mercados, mais forte nas bolsas. Os riscos são cada vez mais crescentes de um mundo em recessão, dada a sinalização dos bancos centrais de que a inflação é o mal maior a se combater. O CPI subiu 0,4% em setembro (consenso de 0,2%) e o núcleo, 0,6% (consenso 0,4%), endossando as expectativa de novo aumento de 75 pontos-base no juro pelo Federal Reserve em novembro, com agentes colocando fichas já na aposta de até 100 pontos.

Além disso, a escalada das tensões geopolíticas não pode ser desprezada, com o temor de evolução para ataques nucleares na guerra entre Rússia e Ucrânia.

O estrategista da Tullett Prebon Vinicius Alves viu um mercado de certa forma complacentes com os riscos, uma vez que a quinta-feira não trouxe fatos positivos para explicar a melhora dos ativos. “Mercado parece estar querendo comprar notícia boa”, disse.

No Banco Original, o economista-chefe Marco Caruso afirma que o CPI reforça a mensagem da ata divulgada ontem, na qual dirigentes do Fed renovaram a promessa de combater a inflação como prioridade número 1. “Ficou claro que o custo econômico de subir o juro menos do que o necessário é maior do que o de subir demais. Não vão permitir que a inflação crie raízes profundas, o que traria consequências piores para o macro do que uma eventual recessão”, disse, no Podcast Diário Econômico.

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Na gestão da dívida, o Tesouro vendeu 5,020 milhões de LTN, ou quase todo o lote de 5,5 milhões, e 500 mil das 650 mil NTN-F ofertadas, sendo todas no vencimento para 2029. O DV01 (risco para o mercado) de US$ 196 mil foi bem menor do que o de US$ 546 mil do leilão da semana passada, em números fornecidos pela Renascença DTVM.

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