Enquanto nos EUA o dia é de alta para as bolsas em NY, também alimentado pela safra de balanços, e diante de falas de dirigentes do Fed com indicações de que as próximas decisões de política monetária podem ser mais suaves (dovish) e de que a depender dos indicadores econômicos, o final de ciclo de elevação de juros parece ser próximo de 4,5-5%. Vale lembrar que os dirigentes entrarão em período de silêncio na próxima semana, e estes discursos são os últimos que antecedem a próxima decisão.
Com o bom humor norte-americano e sem grandes direcionadores locais, com exceção do cenário político, o Ibovespa acompanhava o viés positivo durante a manhã, chegando a acelerar na alta após o pronunciamento dos membros do Fed. Impulsionado por estatais, com destaque para as ações ON e PN da Petrobras, o Ibovespa tinha alta de 1,18% cotado aos 118.549 pontos e um giro financeiro projetado de R$ 33,5 bilhões, em dia de vencimento de opções.
No câmbio, o real se fortalecia diante do dólar, com queda de 0,74% cotado a R$ 5,18.