O critério ‘ajustado’ exclui os efeitos de: linearização na receita de aluguéis, participação na Infracommerce, swap das ações e despesas com acordo judicial considerado não recorrente. O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) atingiu R$ 165,8 milhões, aumento de 15,1% na mesma base de comparação anual.
A margem Ebitda ajustada bateu em 65,2%, queda de 2,5 pontos porcentuais. O FFO (lucro líquido excluindo depreciação, amortização e efeitos não caixa) foi de R$ 105,9 milhões, revertendo dado negativo de R$ 43,3 milhões de um ano antes. A margem FFO foi a 41,7%. A receita líquida totalizou R$ 254,3 milhões, aumento de 19,5%. O resultado financeiro (saldo entre receitas e despesas financeiras) ficou negativo em R$ 91,9 milhões, uma deterioração perante os R$ 53,4 milhões negativos de um ano antes.
Esse efeito foi atenuado pela linha de valor justo de instrumento de capital, que ficou positiva em R$ 32,7 milhões, contra dado negativo de R$ 179,7 milhões de um ano antes. Os custos e despesas da Iguatemi cresceram 10,2%, para R$ 96,9 milhões.