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Juros: Taxas voltam a disparar com piora do risco fiscal antes da PEC

Por Denise Abarca

16/11/2022 | 19:00 Atualização: 16/11/2022 | 19:06

O aumento da taxa Selic melhorou a rentabilidade dos fundos multimercados no 1º semestre de 2022. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)
O aumento da taxa Selic melhorou a rentabilidade dos fundos multimercados no 1º semestre de 2022. (Fonte: Shutterstock/Reprodução)

Os juros futuros fecharam a quarta-feira em alta firme, na contramão do recuo do rendimento dos Treasuries. Durou pouco o alívio visto na segunda-feira, com o mercado hoje retomando a postura defensiva pelos sinais negativos para a política fiscal do próximo governo. Os agentes não só tiveram de se ajustar novamente ao volume de R$ 175 bilhões para os gastos extra teto esperado para a PEC da Transição, após terem trabalhado com um volume mais baixo na sessão anterior, como se frustraram com a informação de que o texto não trará detalhamento dos valores, o que compromete a previsibilidade com relação à dívida pública nos próximos anos.

Leia mais:
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A taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2024 voltou a rodar acima de 14%, nível não visto desde julho, fechando em 14,08% (regular) e 14,11% (estendida). A do DI para janeiro de 2025 ficou em 13,37% (regular) e 13,44% (estendida), de 13,01% no ajuste anterior. A do DI para janeiro de 2027 subiu de 12,79% para 13,08% (regular) e 13,55% (estendida).

A volta do feriado da Proclamação da República foi traumática para os mercados locais. Na segunda-feira, houve distensão dos prêmios com a informação, trazida pela Bloomberg, de que a equipe de transição estaria trabalhando com valor mais conservador, de R$ 130 bilhões, para a PEC, mas na mesma segunda-feira, à noite, o senador eleito Wellington Dias (PT-PI) mencionou o valor de R$ 175 bilhões para gastos em 2023 fora do teto. A PEC será entregue hoje (16) ao Senado, às 19h. Segundo o senador Paulo Rocha (PT-SP), que faz parte do governo de transição, a PEC, porém, não trará nem o valor total nem detalhado. “O detalhamento virá na LOA (Lei Orçamentária Anual). A previsão de valor atrelado à PEC é de R$ 175 bilhões, mas isso não vai aparecer agora”, disse.

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Isso naturalmente já traria uma realização de lucros, mas os investidores tiveram, ainda, de ajustar sua percepção quanto ao tempo em que os gastos seriam excepcionalizados. O anteprojeto da PEC prevê tal tratamento de forma permanente.

Em meio a tantos ruídos, a previsibilidade com relação às contas públicas para os próximos anos vai ficando comprometida, assim como a credibilidade do governo, logo na largada, na medida em que os agentes cobram explicações sobre como a política social será financiada.

“O mercado começa a precificar como vai ficar a trajetória da dívida pública nesses próximos quatro anos”, disse a economista-chefe da Veedha Investimentos.

“O problema não é R$ 600 do Auxílio Brasil/Bolsa Família que todos entendem como necessário. Mas isso seria R$ 50 bilhões a mais fora do teto e não R$ 175 bilhões”, avalia o economista-chefe do BTG Pactual, Mansueto Almeida, ex-secretário do Tesouro. Segundo ele, com a retirada de todo o programa do teto pelos próximos 4 anos a dívida pública, em 2023, crescerá entre 3 a 4 vezes o que cresceu nos últimos 4 anos.

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Abdelmalack lembra ainda que a política fiscal expansionista gera uma pressão inflacionária via câmbio e que deve exigir um período prolongado de manutenção da Selic, hoje em 13,75%, em níveis elevados. “O mercado vai deixando de precificar cortes e pode passar até a trabalhar com retomada das altas”, comentou.

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