Ao final da tarde, o dólar caia a 136,58 ienes. Já o euro desvalorizava a US$ 1,0602 e a libra recuava a US$ 1,2175. O DXY teve alta de 0,14%.
Depois de alguns dias agitados nos mercados financeiros, o dólar está terminando a semana um pouco mais forte em relação à maioria das outras principais moedas, já que o sentimento de risco piorou acentuadamente após a última rodada de reuniões de banco central, avalia a Capital Economics. “Suspeitamos que isso proverá o fim da correção que viu o índice DXY cair quase 10% desde seu pico no final de setembro”, avalia.
No Reino Unido, as vendas no varejo do país sofreram uma queda inesperada de 0,4% em novembro ante outubro, quando analistas previam alta de 0,4%, pressionando a libra. Além disso, para a Convera, o tom da decisão de ontem do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês) atingiu uma nota dovish quando alguns banqueiros centrais votaram para manter as taxas em 3% devido às perspectivas sombrias para a sexta maior economia do mundo.
A análise aponta que o “euro dominou a semana” ao atingir máximas de 6 meses depois que o Banco Central Europeu (BCE) elevou as taxas em 50 pontos-base para 2%, e sua orientação agressiva sugeria que as taxas poderiam atingir um pico significativamente acima das estimativas recentes de 3%. “O BCE parece estar em um caminho de taxa de juros mais hawkish no próximo ano do que o Federal Reserve (Fed) sugere mais potencial de alta para o euro”.