O cobre para março fechou em alta de 2,15%, em US$ 3,8210 a libra-peso, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex). Às 15h (de Brasília), o cobre para três meses operava em alta de 2,45%, a US$ 8.347,00 a tonelada, na London Metal Exchange (LME). O TD Securities afirma que notícias sobre relaxamento no setor imobiliário da China foram responsáveis pelo ganho de fôlego nos contratos de cobre. O Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) estendeu incentivos para financiamento de compra do primeiro imóvel no país. O país buscará apoiar o crescimento neste ano, embora analistas prevejam retomada lenta. Na agenda de indicadores, o índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto da China avançou de 47,0 em novembro a 48,3 em dezembro, mas ainda abaixo de 50, o que indica contração da atividade.
Na agenda dos Estados Unidos, o relatório mensal da ADP mostrou criação de vagas no setor privado acima do esperado para dezembro. Ainda no noticiário da América do Norte, o CIBC comenta a balança comercial do Canadá. Segundo ele, houve uma redução “considerável” na exportação de concentrados de cobre e de minério de cobre do país, para mínimas desde 2011, com atrasos nos embarques. Nesse contexto, o CIBC diz que pode haver uma reação com forte alta nessas vendas nos próximos meses.
Entre outros metais negociados na LME, no horário citado a tonelada do alumínio recuava 3,96%, a US$ 2.304,00; a do chumbo caía 0,88%, a US$ 2.245,00; a do níquel tinha baixa de 3,66%, a US$ 28.855,00; a do estanho operava estável, em US$ 25.125,00; e a do zinco subiu 0,85%, a US$ 3.011,50.