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Mercado

As 5 ações menos rentáveis do Ibovespa em janeiro

Quadro econômico desafiador e dificuldade operacional de empresas levaram à desvalorização das ações em janeiro

Por Daniel Rocha

31/01/2023 | 18:45 Atualização: 31/01/2023 | 18:57

O cenário econômico desafiador no mercado doméstico somado às dificuldades operacionais das companhias foram os principais fatores responsáveis pela desvalorização das ações que ficaram entre as cinco maiores quedas do Ibovespa em janeiro. Segundo os dados da Ágora Investimentos, que não incluiu a Americanas em virtude da sua saída do índice, as ações da Raízen (RAIZ4) lideraram o ranking com um tombo de 12% no acumulado do primeiro mês de 2023.

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As causas para o baixo desempenho dos papéis da Raízen se devem, especialmente, ao anúncio do “block trade” (venda de ações em bloco) de um dos acionista da companhia. O comunicado, divulgado na segunda-feira (30), foi o responsável pela queda de 4,9% no preço no penúltimo pregão de janeiro. Ao todo, 330 milhões de ações (24,3% das ações em circulação) serão vendidas por R$ 3,15 cada, o que irá resultar em um valor total de R$ 1,1 bilhão. A Hédera, do Grupo Louis Dreyfus, ex-controlador da Biosev, seria a responsável por vender sua participação da companhia.

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Na avaliação de Flávio Conde, analista da Levante, a decisão de venda por parte da Hédera está mais relacionada a uma necessidade de pagamento de dívidas com bancos do que ao desempenho da companhia. “A Hédera está vendendo as ações da Raízen que recebeu quando vendeu a Biosev (em fevereiro de 2021) por R$ 3,6 bilhões em dinheiro e o restante em ações RAIZ4. Agora, a Hédera já pode vender as ações e quitar dívidas com bancos”, afirma.

No entanto, as preocupações com o cenário macroeconômico também podem ter influenciado na decisão do “Block Trade” diante das incertezas em relação ao preço do combustível. “Ações da Raízen caíram 48% em 12 meses por conta de queda de resultados e, recentemente, por perspectivas incertas do preço da gasolina no governo Lula 3”, acrescenta Conde.

Na lista, as ações da Marfrig (MRFG3) apareceram em seguida com uma desvalorização de 11,5% diante dos riscos de recessão global. Já os papéis da Alpargatas (ALPA4) caíram 9,8% durante o mesmo período. Mas ao contrário da Raízen e da Marfrig, o pessimismo tem relação direta com as incertezas no campo econômico, especialmente com a trajetória de juros no Brasil. Segundo Filipe Villegas, estrategista de ações da Genial Investimentos, declarações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o teto de gastos e privatização de companhias estatais trouxeram receio para o mercado.

“Acredito que seja um mescla da trajetória de juros e uma perspectiva de um cenário mais negativo ao longo de 2023 na parte de consumo diante de uma possível recessão global e no Brasil”, afirma. Por Alpargatas se tratar de uma empresa produtora de itens de consumo, esse ambiente de fraco desempenho econômico pode afetar de forma negativa os resultados operacionais da companhia.

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Já o Banco BTG Pactual (BPAC11) foi penalizado com um tombo de 9,2% em virtude do rombo contábil da Americanas. Como o banco é um dos maiores credor da varejista, a desvalorização da ação refletiu o receio dos investidores diante do risco de calote por parte da Americanas.

Os papéis da JBS (JBSS3) apareceram em quinto lugar, com uma queda de 8,7%. A desvalorização acontece como consequência da queda da moeda norte-americana, o que influencia nos resultados da companhia já que suas receitas são dolarizadas.

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