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Mercado

Lula e Biden: como esse encontro pode afetar seus investimentos?

Presidentes se reúnem pela 1ª vez nos EUA, na expectativa de anunciar mais recursos para o Fundo Amazônia

Por Luíza Lanza

10/02/2023 | 13:15 Atualização: 10/02/2023 | 14:06

O presidente Lula e a primeira dama Janja chegaram aos EUA na quinta-feira (09). Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Lula e a primeira dama Janja chegaram aos EUA na quinta-feira (09). Foto: Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará nesta sexta-feira (10) o primeiro encontro oficial com Joe Biden, o presidente dos Estados Unidos, na capital americana Washington. Como mostrou o Estadão, a expectativa é que sejam discutidas as prioridades nas relações entre os dois países. A principal é a adesão dos EUA ao Fundo Amazônia, reforçando o foco na agenda ambiental das duas nações.

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Ainda deve aparecer na pauta a defesa à democracia e a condenação ao extremismo e à violência política, pontos em comum aos dois presidentes que tiveram suas vitórias eleitorais contestadas por apoiadores dos candidatos derrotados. Embora a agenda de desenvolvimento econômico também deva ser discutida entre os dois presidentes, segundo fontes ouvidas pelo E-Investidor, não há expectativa de que o encontro possa causar qualquer movimento positivo no mercado financeiro.

Entre os mais céticos, a discussão da agenda ambiental é tratada como “política” e “identitária” – um sinal de que não é prioridade para o mercado, especialmente em um momento em que as falas do presidente Lula contra a independência do Banco Central têm causado impactos negativos na Bolsa brasileira.

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Para outros, ainda que sem impactos diretos nos investimentos, a entrada dos EUA no Fundo Amazônia, se confirmada, é um bom sinal. “O anúncio de mais recursos para o Fundo Amazônia é bem positivo, já que quanto mais países estiverem engajados é sempre benéfico”, diz Gustavo Cruz, estrategista chefe da RB Investimentos. “Lembrando também que os Estados Unidos têm um grande poder de influência para a entrada do Brasil na OCDE e ficar próximo deles significa que podemos ter mais chances ainda de entrar no grupo, o que seria interessante para atrair investimentos para o País”, destaca.

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é um grupo com 38 países-membros, que trocam informações e alinhamento de políticas com o objetivo de potencializar o crescimento econômico e contribuir para o desenvolvimento de todos os participantes.

O Brasil esteve perto de ser indicado para ingressar na Organização em 2019, quando o então presidente Jair Bolsonaro se aproximou de Donald Trump, à época no comando dos EUA. Mas o governo americano voltou atrás e acabou indicando a Argentina e a Romênia para a OCDE. A volta da aproximação entre o Brasil e os EUA, agora, pode voltar a fortalecer a possibilidade de entrada do País no grupo.

Ainda que essa não seja a prioridade do encontro desta sexta-feira, a chance de a entrada na OCDE voltar à pauta de negociações agrada o mercado. “Isso é um ponto importante porque o Brasil, agora, deveria estar passando por um processo de busca de um acordo comercial importante com os Estados Unidos”, destaca Jason Vieira, economista-chefe da Infinity.

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Veja o que os especialistas esperam da reunião entre Lula e Biden:

Bruno Komura, analista da Ouro Preto Investimentos

“Não acho que é esperado nenhum tipo de decisão importante. O que deve sair dessa viagem são medidas/anúncios que são comuns aos dois governantes, como questões climáticas, em linha com o que já foi anunciado de aporte ao Fundo da Amazônia.

Um ponto que seria bom ver, mas que não acho que seja prioridade para o governo, seria a questão de entrada na OCDE.”

Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos

“O encontro dos dois deve ser positivo para o Brasil, porque a gente tem sim que ficar perto da maior economia do mundo. O anúncio que deve ser feito de mais recursos para o Fundo Amazônia também é bem positivo, já que quanto mais países estiverem engajados é sempre benéfico. Lembrando também que os Estados Unidos têm um grande poder de influência para a entrada do Brasil na OCDE e ficar próximo deles significa que podemos ter mais chances ainda de entrar no grupo, o que seria interessante para atrair investimentos para o País.

Tem ainda alguma expectativa sobre o fechamento de mais alguns acordos comerciais, no sentido de melhorar as condições de negócios entre os dois países, como a o que acabamos de ver no início do ano, quando tiraram o limite de exportação de aço que vigorava desde 93. Todo esse tipo de restrição ao comércio é negativo. Todo tipo de aproximação que acaba tirando essas restrições do comércio são bem vistas.”

Helena Veronese, economista-chefe da B.Side Investimentos

“O primeiro ponto do encontro é uma aproximação política mesmo, com a ideia de retomar as relações bilaterais entre Brasil e Estados Unidos, que ficaram abaladas depois da eleição do Biden quando Jair Bolsonaro ainda era presidente do País.

No caso do Brasil, evidentemente, é sempre bom estar próximo dos Estados Unidos. Além disso, tem muita gente falando que os EUA podem contribuir com o Fundo Amazônia, um fundo que no último governo acabou sofrendo muitos saques. A expectativa é que eles consigam negociar alguma coisa nesse sentido.”

Jason Vieira, economista-chefe da Infinity

“Existem pontos importantes em relação ao encontro de Biden com o Lula. Um deles é a OCDE, que ficou em aberto do governo Trump e de Bolsonaro. Apesar de ter ocorrido efetivamente a indicação do Brasil, o processo parece estar um pouco estacionado.

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Isso é um ponto importante porque o Brasil, agora, deveria estar passando por um processo de busca de um acordo comercial importante com os Estados Unidos, mas não deve ser o que sai do encontro. Vamos aguardar para ver se vem alguma coisa de substância. Coisas ligadas ao meio ambiente ou pautas identitárias têm um nível de relevância bastante baixa para o mercado.”

Marcelo Boragini, sócio da Davos Investimentos e especialista em renda variável

“O encontro marca a retomada das relações de relações entre Brasil e Estados Unidos, que estavam um pouco estremecidas. O fato é que o mercado não espera fechamento de grandes acordos, já que o foco da agenda é político e até mesmo simbólico. Me parece mais um primeiro encontro.”

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