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Tempo Real

Auren Energia (AURE3) anuncia dividendo bilionário e ações reagem

A empresa também reportou um balanço histórico no quarto trimestre de 2022

Por Amélia Alves

17/02/2023 | 15:02 Atualização: 17/02/2023 | 15:08

Torre de alta tensão 15/02/2017 REUTERS/Pascal Rossignol – energia
Torre de alta tensão 15/02/2017 REUTERS/Pascal Rossignol – energia

Com queda de 2,24%, a R$ 14,84, a ação da Auren Energia (AURE3) opera no negativo desde a abertura do pregão, mesmo depois de a empresa apresentar um balanço histórico no quarto trimestre de 2022 e uma proposta de pagamento de dividendos no valor de R$ 1,5 bilhão em maio, que ainda será apreciada em assembleia pelos acionistas.

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Para Fabrício Gonçalvez, CEO da Box Asset Management, além da queda de mais de 20% na receita líquida, pesa o impacto no balanço contábil que, em grande parte, se deve à resolução de um imbróglio judicial recente.

“Por isso o salto de 5.743% no lucro líquido da empresa”, considera. “Devido a esses dois fatos, a interpretação do mercado não foi muito positiva, fazendo com que os papéis da companhia caiam”, conclui o profissional. O Ibovespa cai 0,27%, aos 109.646 pontos.

Crescimento

A Auren segue a estratégia de crescimento por meio de aquisições e investimentos em novos projetos, segundo o diretor presidente da companhia, Fabio Zanfelice.

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“A companhia continua com estrutura de capital pronta pra crescer, continua bastante ativa em procurar oportunidades e avaliar oportunidades”, disse o executivo, em entrevista ao Broadcast Energia. “Esse pagamento de dividendo é associado à indenização de Três Irmãos, o que a companhia imputa como felicidade de premiar o acionista que ficou com a gente até este momento e acreditou na capacidade da companhia de resolver esse problema e viu esse problema ser solucionado”, disse.

Ele afirmou que a companhia está atenta a potenciais aquisições de projetos de geração operacionais como também projetos em construção, que podem ser transacionados assim que entrarem em operação. Também a possibilidade de diversificação no segmento de transmissão e indicou interesse em possíveis novos negócios na frente de inovação voltados para o segmento de comercialização.

Transmissão

Zanfelice disse que nenhuma decisão sobre diversificação de suas atividades, com a entrada no segmento de transmissão, foi tomada até o momento, mas indicou que os leilões governamentais previstos para 2023 podem ser uma oportunidade. “Agora, temos uma condição no mercado que parece diferente em relação a anos anteriores, olhando projetos greenfield”, avaliou.

Segundo o executivo, a estratégia desenhada para uma eventual entrada da Auren no segmento sempre foi a partir de ativos que garantam escala para a companhia, mas admitiu que os projetos que devem ser oferecidos a mercado neste ano podem garantir o atendimento a essa exigência.

“Nossa ideia nunca foi começar com um ativo individual pequeno, porque a gente acredita que não seria competitivo. A ideia sempre foi entrar com uma plataforma, um ativo de grande escala, e a partir daí expandir”, disse, lembrando que a companhia chegou a avaliar oportunidades, mas as negociações não prosperam.

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“Não tomamos decisão ainda em relação a participação no próximo leilão de transmissão, mas observamos condições que são alinhadas às condições que tínhamos pensado para entrar em transmissão”, disse.

Ele salientou a existência de lotes grandes previstos para os próximos certames e avaliou que há possibilidade de o leilão ter competição menor, por conta do volume de investimentos e do fato de que alguns players já estão comprometidos com investimentos recentemente assumidos.

Comercialização

Na comercialização, após a companhia comprar participações na Way2 Technology, de telemedição, em 2021; na startup Aquarela Inovação Tecnológica, de inteligência artificial, em junho passado; e no marketplace de geração distribuída Flora Energia, anunciada em novembro, novas oportunidades estão o radar.

“Nosso grande objetivo com essas aquisições é criar adjacências da atividade da comercializadora. Com o mercado se abrindo cada vez mais, abre espaço não só para a venda de energia, mas produtos verdes e outros serviços associados à energia”, disse.

Zanfelice sinalizou particular interesse em iniciativas relacionadas ao tema da sustentabilidade que permitam ampliar o leque de potenciais negócios na comercializadora, como produtos verdes, incluindo créditos de energia renovável (I-RECs) e créditos de carbono, muito embora a companhia já possua uma mesa de carbono. “Achamos que não vai se limitar a carbono e I-REC, vão vir outros segmentos e estamos muito interessados em explorar essa gama de oportunidades relacionada a sustentabilidade”, disse.

Projetos novos

Em outra frente, a companhia também deve seguir avaliando oportunidades para a construção de novos projetos. A Auren já anunciou a construção do projeto híbrido Sol do Piauí e do projeto fotovoltaico Sol de Jaíba, que quando concluídos acrescentarão 548 MWac em capacidade instalada. Zanfelice salientou que tais projetos já têm os contratos de equipamentos e serviços fechados, garantindo um capex competitivo, ao mesmo tempo em que boa parte da energia já foi comercializada.

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No entanto, para novos projetos, o cenário atual é desafiador, tendo em vista os baixos preços da energia, que levaram o custo marginal de operação (CMO) abaixo do custo marginal de expansão pelos próximos três anos, pelo menos.

Adicionalmente, há dúvidas sobre a expansão da capacidade, tendo em vista as outorgas já fornecida para novos projetos, e o crescimento acelerado da geração distribuída.

Zanfelice apontou, porém, que o cenário hidrológico é atípico e não era visto há 11 anos. “Sabemos que o preço está baixo agora, mas está totalmente influenciado pela questão conjuntural da hidrologia, não vamos viver isso sempre”, disse. Adicionalmente, ele avalia que nem todos os novos empreendimentos de geração serão efetivamente executados, o que tende a reequilibrar oferta e demanda no futuro.

“Assim como soubemos fazer Ventos do Piauí II e III dentro de uma janela onde o capex estava barato, conseguimos fazer um projeto competitivo – Jaíba – antes da queda do preço. Agora começamos a abrir para outros greenfields, quando a curva longa começar a se restabelecer”, concluiu.

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