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Mercado

Comprar Petrobras ainda compensa mesmo com dividendos menores em 2023?

Analistas ponderam riscos econômicos e políticos sobre a petrolífera, que bateu recorde de dividendos em 2022

Por Iuri Gonçalves

28/03/2023 | 10:25 Atualização: 28/03/2023 | 11:12

A vigência do acordo, por sua vez, é de janeiro de 2024 até dezembro de 2034. (Foto: Sergio Moraes/Reuters)
A vigência do acordo, por sua vez, é de janeiro de 2024 até dezembro de 2034. (Foto: Sergio Moraes/Reuters)

O valor do barril de petróleo, alterações nas políticas de preços e distribuição de dividendos são os principais fatores que podem  impactar os resultados da Petrobras (PETR3; PETR4) em 2023 e reduzir os valores pagos em dividendos aos acionistas em comparação com os últimos anos. Tal pauta levanta muitas incertezas para quem tem ou pretende comprar os papéis da companhia, mas no meio de tudo isso analistas avaliam que a empresa ainda pode ser bastante interessante.

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Relatório da gestora global Janus Henderson mostra que a estatal petrolífera brasileira foi a segunda empresa que mais pagou dividendos aos acionistas no mundo em 2022. De acordo com outro levantamento, este feito pelo head comercial do Trademap, Einar Rivero, os lucros recordes da Petrobras nos anos de 2021 e 2022 vieram acompanhados também de dividend yields — indicador de rendimentos de ações baseado na distribuição de proventos — históricos.

Em 2022, a Petrobras registrou um lucro líquido de R$ 188,3 bilhões e um dividend yield de 58,84% nas ações preferenciais, considerando apenas os valores informados à Bolsa de Valores (B3). Segundo Rivero, as parcelas referentes ao ano passado pagas recentemente, no período de janeiro a março, serão computadas no resultado de 2023. Em 2021, o lucro foi de R$ 106,6 bilhões, com dividend yield de 19,94%.

  • Entenda melhor o que é dividend yield.

Os bons resultados, porém, se devem principalmente a uma alta no valor do petróleo, cenário que talvez não se repita neste ano. Desde meados do ano passado, os preços da commodity estão em queda. O barril do tipo Brent, que chegou a custar US$ 123,07 em 9 de julho de 2022, fechou em US$ 77,08 no pregão desta segunda-feira (27).

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Como o custo do petróleo é determinante para o lucro da empresa, a variação no preço vai impactar nos ganhos com dividendos. “As principais pagadoras de dividendos no ano passado foram as empresas de petróleo, esse ano parece que não vai ser mais, porque os preços estão indo para baixo”, diz o o estrategista da RB Investimentos, Gustavo Cruz.

Para manter uma distribuição de valores para os acionistas similar a de 2022, os lucros da empresa também precisam ser semelhantes. “Se tiver um lucro menor, vão ser menos dividendos, isso é um fato”, diz o fundador da Gava Investimentos, Ricardo Brasil.

  • Quais empresas pagaram mais dividendos nos últimos cinco anos.

Soma-se à variação na cotação do petróleo possíveis mudanças na política de preços da Petrobras. Na última semana, o presidente da estatal, Jean Paul Prates, disse em entrevista que não será necessário “pressionar a população brasileira” para continuar satisfazendo investidores. O executivo vem criticando a política de preços da empresa e a distribuição de valores expressivos aos acionistas na forma de proventos, em linha à crítica do governo federal.

Para evitar altos custos nas bombas de gasolina, Prates defende a criação de um fundo de estabilização, uma espécie de colchão que estabilizaria o preço da gasolina quando a cotação internacional aumentar e que seria capitalizado quando os contratos da commodity baixassem.

O impacto desse tipo de medida para o investidor dependerá de como a regra vai funcionar na prática. De acordo com o analista da Empiricus Research, Ruy Hungria, será positivo se o fundo for constituído pela parte dos dividendos da Petrobras que cabe ao governo, maior acionista da companhia estatal. “O problema seria se a Petrobras e, indiretamente, os seus acionistas minoritários fossem obrigados a contribuir diretamente com este colchão”, pondera.

A ação ainda compensa?

Mesmo neste cenário incerto, analistas avaliam que as ações da Petrobras ainda podem ser uma boa opção de investimento. “Muitos gestores preferem ter a ação por conta dos dividendos. Imaginam que vai ter uma redução considerável neste ano, mas por conta de ter sido uma empresa que melhorou muito a sua gestão nos últimos anos ainda vai ser muito lucrativa”, diz o o estrategista da RB Investimentos, Gustavo Cruz.

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“Pouco mudou na gestão da companhia desde o ano passado e ainda vemos espaço para bons dividendos”, aponta Hungria. Para ele, o mercado já precifica uma queda relevante na distribuição dos proventos neste ano, um pouco por conta da queda dos preços do petróleo, mas também em razão das novas diretrizes do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a companhia.

“Ainda assim, neste momento, a expectativa é de um dividend yield de dois dígitos, o que ainda é um número relevante”, explica o analista de Empiricus. Um valor de 10% ou superior já significaria um dividend yield historicamente alto. De acordo com o levantamento de Rivero, em 2019, antes da pandemia, o indicador bateu 4,14% para as ações preferenciais da empresa, em um ano de lucro de R$ 40,1 bilhões.

  • As melhores ações para ganhar dividendos em março segundo 10 corretoras.

De acordo com Ricardo Brasil, a recomendação de ações da Petrobras depende da vontade do investidor em se manter exposto aos combustíveis ou não. Para ele, deve-se considerar que investimentos em renda fixa atualmente podem pagar valores próximos a 15% ao ano.

“O que o investidor deveria fazer é pensar se vale o risco, porque para eu entrar em Petrobras hoje eu preciso imaginar que a empresa vai, em dividendos mais a cotação da ação, me dar pelo menos 20%”, diz o fundador da Gava. Ele destaca que ações em petróleo são voláteis e no caso da Petrobras há ainda mais incerteza devido ao fator político.

Segundo o especialista, se tudo ocorrer de maneira similar ao último ano, a empresa deve distribuir ao menos 8% de dividend yield. Uma distribuição dessa porcentagem seria superior a qualquer valor apurado, ao menos, entre 2010 e 2020, segundo o levantamento do TradeMap.

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