Na Comex, divisão para metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre com entrega prevista para maio avançou 0,12%, a US$ 4,0915 por libra-peso. Na London Metal Exchange (LME), a tonelada do metal para três meses tinha alta de 0,32%, por volta de 14 horas (de Brasília), a US$ 9.009,00.
Na visão do TD Securities, os preços do cobre podem seguir beneficiados por uma tendência de compra, mas, segundo o banco, o valor da commodity na LME precisará ultrapassar a marca de US$ 9.320 antes que “um novo programa de compras seja catalisado”. “Considerando que os preços permaneceram resilientes, mas os fatores internos do mercado de commodities estão apontando para uma queda na demanda”, considera o banco.
Já para o Barclays, olhando para a recuperação da China, a previsão é que a demanda por importação não aumente significativamente em 2023, apesar do “surto” de crescimento liderado pela reabertura, que deve afetar metais básicos como cobre e aço. Às 22h30 de hoje, a NBS irá divulgar novos dados de índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) da China. Mais cedo hoje, o premiê chinês, Li Qiang, afirmou que a recuperação da economia local ganhou força em março, além de reafirmar compromissos com a abertura ao exterior e com a estabilidade.
Entre outros metais negociados na LME sob mesmo vencimento, no horário citado, a tonelada do alumínio subia 0,17%, a US$ 2.387,00; a do chumbo avançava 0,02%, a US$ 2.138,50; a do níquel tinha baixa de 3,47%, a US$ 22.960; a do estanho caía 0,29%, a US$ 25.800; e a do zinco registrava queda de 1,25%, a US$ 2.924,50.