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Ibovespa sobe 0,64%, perto dos 107 mil pontos, com foco no CPI e no Fed

Referência da B3 variou entre mínima de 106.216,58 e máxima de 108.277,02 pontos

Por Luís Eduardo Leal

12/04/2023 | 17:14 Atualização: 12/04/2023 | 18:27

Painel de bolsa de valores. Foto: Envato Elements
Painel de bolsa de valores. Foto: Envato Elements

Em boa parte da sessão, o Ibovespa parecia que reconquistaria a linha dos 107 mil pontos nesta quarta-feira, nível não visto em fechamento desde 23 de fevereiro, e no melhor momento, à tarde, chegou a tocar os 108 mil na máxima, também o maior patamar intradia desde 23/2. Após salto de mais de 4% na sessão anterior, quando havia registrado o maior ganho diário desde o começo de outubro, a referência da B3 subiu hoje 0,64%, aos 106.889,71 pontos, entre mínima de 106.216,58 e máxima de 108.277,02, saindo de abertura aos 106.217,90 pontos.

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Na semana, o índice avança 6,02% e no mês, 4,91%, reduzindo a perda do ano a 2,59%. O giro foi a R$ 59,8 bilhões na sessão, reforçado pelo vencimento de opções sobre o Ibovespa, em recuperação de volume que havia se esboçado ainda ontem, quando retomou a casa dos R$ 30 bilhões.

Desde o exterior, a inflação ao consumidor nos Estados Unidos, abaixo do esperado para março, deu suporte ao apetite por ativos de risco, sustentando hoje novo dia de realinhamento de preços na B3, que ontem tinha experimentado o entusiasmo em torno da leitura sobre o IPCA de março, com o acumulado em 12 meses abaixo do teto da meta, algo que não era visto havia alguns anos.

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“A desaceleração da inflação ao consumidor nos Estados Unidos, praticamente em linha com o esperado, de 6% ao ano em fevereiro para 5% ao ano em março, foi bem importante para os movimentos do mercado pela manhã, com os juros das Treasuries de 10 anos retirando prêmio”, diz Camila Abdelmalack, economista-chefe da Veedha Investimentos, observando que a inflação ao consumidor nos EUA chegou a atingir 9,1% ao ano em junho passado.

À tarde, contudo, os índices acionários de Nova York se firmaram em baixa, nas mínimas do dia, após a ata do Federal Reserve referente à sua mais recente reunião de política monetária. O Fed projeta que os Estados Unidos deverão passar por uma “recessão leve”, que deverá iniciar no fim deste ano, em resposta aos “efeitos econômicos dos recentes desdobramentos do setor bancário”, seguida de uma recuperação da atividade nos dois anos seguintes.

Alguns dirigentes observaram que, dada a inflação persistentemente alta e a força dos dados econômicos recentes, teriam cogitado aumento de 50 pontos-base na taxa de juros de referência, caso não tivessem ocorrido problemas no setor bancário em março. Na última reunião, o Fed elevou a taxa de juros em 25 pontos-base (pbs), conforme o consenso do mercado – abaixo, portanto, do sinal que apareceu agora na ata da respectiva reunião, por parte de alguns integrantes do comitê monetário.

“Embora todos tenham concordado em aumentar a taxa em 25 pbs na reunião de março, houve ‘vários participantes’ que consideraram se seria apropriado manter nesta reunião e ‘alguns participantes’ consideraram um aumento de 50 pbs, dada a inflação persistentemente alta e a força dos dados recentes. No final, no debate entre a estabilidade de preços (inflação ainda bem acima da meta de longo prazo do Fed) e a estabilidade financeira (estresse do setor bancário), venceu a determinação contínua de o Fed trazer a inflação de volta à meta de 2%”, aponta em nota Jason England, gerente de portfólio da Janus Henderson.

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“Em reunião paralela do JPMorgan ontem por ocasião dos encontros do Fundo Monetário Internacional, houve um panorama da economia mundial em que se constatou a surpresa em termos da resiliência do crescimento e da persistência da inflação”, diz o economista Alexandre Mathias, CEO da Kilima Asset, que está em Washington acompanhando os eventos. Por outro lado, também foi enfatizado, na apresentação promovida pelo JPMorgan, que “a reabertura da China está acontecendo antes e de maneira mais intensa do que se esperava, o que dá um contrapeso à economia mundial, com um dos motores começando a tracionar, trazendo uma expansão mais forte.”

“Existe o diagnóstico de que há desconexão muito forte entre o mercado de renda fixa e o de ações. O mercado de renda fixa fez um movimento muito importante de juros para baixo, que seria compatível com desaceleração muito forte da economia, e ainda tem cortes precificados para a segunda metade do ano. Por outro lado, as ações subiram e parecem apostar numa aterrissagem suave da economia”, diz Mathias, observando que, em “cenário dividido”, é importante ser seletivo tanto na renda fixa como na variável, “mas concentrando o risco na renda fixa para aproveitar os juros mais altos, e esperar a resolução do cenário em termos das incertezas”.

No front doméstico, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, que está em Washington para as reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional e participou, nesta quarta-feira, de encontro com investidores, mostrou cautela com relação ao efeito, no Copom, de leitura avulsa sobre o índice oficial de inflação, uma desaceleração de preços que havia animado ontem os investidores e despertado o apetite por ativos brasileiros.

No encontro, Campos Neto comparou a Selic a uma dosagem de antibiótico e disse que ainda não é hora de reduzir os juros no Brasil, conforme apurou a correspondente do Broadcast nos Estados Unidos, Aline Bronzati, que acompanha os eventos em torno do FMI em Washington. Segundo o presidente do BC, conforme o relato de participantes, a queda da inflação em março é só mais um dado e a autoridade monitora o momento certo de começar a baixar as taxas – o qual ainda não chegou, disseram fontes, na condição de anonimato.

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Campos Neto reconheceu que o resultado do IPCA em março foi bom, mas ponderou que é apenas uma leitura, lembrando que o BC não reage a dados de alta frequência, conforme o relato de fontes à correspondente do Broadcast. As declarações de Campos Neto foram feitas em reunião fechada com investidores, organizada pela XP Investimentos na capital americana, às margens do encontro do FMI.

Na B3, à exceção de Vale (ON -2,14%), o dia foi de recuperação ainda ampla para as ações de maior liquidez e peso no Ibovespa, com Banco do Brasil (ON +6,96%) liderando os ganhos entre os grandes bancos – parte deles reverteu ao negativo em direção ao fechamento (Unit do Santander -0,11%, Bradesco PN -0,50%). Petrobras também perdeu fôlego perto do fim da sessão, com a ON em leve alta de 0,07% e a PN, de 0,74%, no encerramento.

Na ponta do Ibovespa, além de Banco do Brasil, destaque também nesta quarta-feira para Ecorodovias (+7,54%), Banco Pan (+4,19%), Cyrela (+3,81%) e Petz (+3,68%). No lado oposto, além de Vale, Carrefour Brasil (-3,60%), Assaí (-1,84%), Gerdau Metalúrgica (-1,64%) e Braskem (-1,59%).

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