No fim da tarde em Nova York, o dólar caía a 140,37 ienes, o euro recuava a US$ 1,0714 e a libra se valorizava a US$ 1,2361. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes, registrava alta de 0,07%, a 104,278 pontos.
O acordo sobre o teto da dívida ainda precisa ser sacramentado no Congresso dos EUA e há vozes dissidentes entre governistas e a oposição, mas a resolução anunciada entre o presidente Joe Biden e Kevin McCarthy, presidente da Câmara dos Representantes, reduz bastante o risco de um eventual default dos EUA. O Goldman Sachs afirmou que o acordo representa “uma redução importante na incerteza, uma redução menos nos gastos”. Em relatório a clientes, o banco acredita de que as chances de que ele não seja aprovado são “muito baixas”.
Já na Europa, os governistas saíram derrotados de eleições regionais, o que fez o primeiro-ministro antecipar eleições gerais, de dezembro para julho. Segundo a Eurasia, a chance de vitória da direita hoje na oposição a Sánchez cresceu após a disputa nas urnas do domingo. O euro ampliou perdas ante o dólar hoje, após o premiê convocar eleições antecipadas.
Entre outras moedas em foco, a lira turca renovou mínimas históricas frente ao dólar. A Capital Economics avaliou que a reeleição de Erdogan na presidência manterá distorções econômicas e pressionará a moeda local. A consultoria previa um “forte ajuste” para a lira, nesse quadro. No horário citado, o dólar subia a 20,0966 liras turcas.