De acordo com analistas da XP, essa é uma excelente oportunidade para colocar as contas em dia ou reduzir parte das dívidas acumuladas.
Se o beneficiário já estiver com as finanças equilibradas, a sugestão é destinar todo ou parte do abono para a criação de uma reserva de emergência. Esse fundo garantirá estabilidade financeira em momentos de imprevistos, como perda de emprego ou despesas médicas inesperadas.
“Além da reserva de emergência, é possível considerar outros investimentos com o valor que ultrapassar o montante acumulado. Investir em títulos públicos, como o Tesouro Direto, ou em alguns fundos indexados e ETFs pode ser uma opção interessante, mesmo que com quantias iniciais pequenas, como R$ 10, R$ 50 ou R$ 100”, destacam os especialistas. Veja mais detalhes nesta reportagem.
Conforme informações do governo federal, até o dia 6 de junho, 15,7 milhões trabalhadores já haviam recebido o benefício, totalizando R$ 15,82 bilhões em pagamentos.
Para ter direito ao abono salarial, é necessário cumprir alguns requisitos estabelecidos. O trabalhador deve estar cadastrado no PIS/PASEP por, pelo menos, cinco anos, contados a partir do primeiro vínculo empregatício.
Além disso, é preciso ter recebido uma remuneração mensal de até dois salários mínimos e ter exercido uma atividade remunerada, consecutiva ou não, por pelo menos 30 dias no ano-base considerado para a apuração.