Ele informou que ainda aguarda o licenciamento para a exploração do local, um dos poucos ativos que restaram no Estado após os desinvestimentos feitos pela gestão anterior da estatal.
“Os dois poços viriam em sequência ao da Foz do Amazonas, mas pode ser que seja mais simples e vamos ver qual processo vai evoluir mais rápido. Saindo (o licenciamento) vamos trazer a sonda que estava na Foz”, informou Prates.
Ele explicou que a descoberta de Pitu ocorreu em 2015, mas foi deixada de lado apesar do interesse da empresa. Agora, o objetivo será conhecer melhor o reservatório, e se a campanha for bem-sucedida, será a volta da produção da Petrobras em águas profundas do Estado.
“Ainda não saiu o licenciamento, mas a intenção é de perfurar, enfatizando todo o meu respeito ao licenciamento do processo ambiental”, disse, rebatendo notícias de que haveria pressão da empresa para obter a licença para a exploração na bacia da Foz do Amazonas que foi negada pelo Ibama. A Petrobrás entrou com recurso e ainda aguarda a liberação da licença para os dois locais.