“Isso e o real bem comportado são parte de um vetor de desenvolvimentos recentes que deve dar ao Banco Central conforto para iniciar um ciclo de afrouxamento gradual na reunião do Copom de agosto”, afirma o diretor de Pesquisa Macroeconômica do banco para América Latina, Alberto Ramos, em relatório enviado a clientes.
O economista atribui a queda das expectativas de longo prazo, além da mediana para 2024 (3,98% para 3,92%), à manutenção das metas de inflação em 3%, com intervalo de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. O Goldman Sachs espera um corte inicial de 0,25 ponto porcentual da Selic na próxima reunião do Copom.