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A Bolsa brasileira não conseguiu se sustentar em alta hoje, apesar de esboçar crescimento interessante para o pregão mais cedo, contabilizando queda de 2% em agosto e com fluxo de recursos externos negativo. Dados fracos da indústria alemã e dúvidas quanto aos estímulos na China derrubaram os preços do minério de ferro e do petróleo, pesando principalmente sobre os papéis da Vale (VALE3) e das siderúrgicas.
O cenário do País estava em espera pela ata da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) e pela agenda de balanços da semana, que traz ainda hoje os resultados do Itaú Unibanco. Assim, na primeira etapa do dia as ações mostraram um pregão fraco e hesitante, com o Ibovespa oscilando em um intervalo de 1.210 pontos, entre alta máxima de 0,50% e baixa de até 0,51%.
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A predominância do sinal negativo ocorreu na contramão da alta dos índices de Nova York e não conseguiu crescimento melhor devido ao desempenho comedido das ações do segmento financeiro. Para Rafael Schmidt, operador de renda variável da One Investimentos, o mercado brasileiro mostra cautela diante de uma semana de agenda cheia, repleta de balanços corporativos importantes e ainda com as atenções focadas na divulgação da ata da última reunião do Copom (amanhã) e na expectativa por incentivos à economia da China.
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