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Mercado

O que esperar do BDR da Microsoft (MSFT34) e da Sony (SNEC34) com a nova geração de consoles?

Ações devem se beneficiar no longo prazo, segundo especialistas

Por Mateus Apud

14/09/2020 | 13:32 Atualização: 07/10/2022 | 10:43

Logo do PlayStation e do Xbox. Foto: Jonathan Alconr/Reuters
Logo do PlayStation e do Xbox. Foto: Jonathan Alconr/Reuters

Após sete anos do lançamento do Xbox One e do PlayStation 4, a nova geração de consoles da Microsoft e da Sony chegou ao mercado em 2020.

Leia mais:
  • Como investir para comprar o Xbox Series X ou o Series S
  • O PlayStation e sua ligação paralela com o Plano Real
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Em paralelo, ocorreu o lançamento das novas regras sobre o acesso aos BDRs (Brazilian Depositary Receipts) para as pessoas físicas, permitindo o acesso do pequeno investidor aos mais de 900 BDRs disponíveis para negociação na bolsa brasileira. O da Microsoft (MSFT34) e o da Sony (SNEC34) estão entre eles.

Logo após a divulgação do preço do Xbox Series X/S, em setembro de 2020, a MSFT34 encerrou o pregão em alta de 3,94%, cotada em R$ 1.128,83, e a SNEC34 subiu 0,93%, a R$ 410,13. No ano, tiveram alta acumulada de 73,67% e 47,13%, respectivamente.

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Ações devem se beneficiar no longo prazo e investidor deve apostar na empresa que enxerga mais destaque

Para saber quais foram as perspectivas para os papéis com o lançamento do Xbox Series X/S e do PlayStation 5, o E-Investidor conversou com especialistas do mercado.

Novos consoles não devem impulsionar os BDRs

O BDR é um certificado de outro valor mobiliário, emitido por companhias estrangeiras de capital aberto. Isso significa que, ao comprar o produto, o investidor deve entender que o título tende a replicar o comportamento da ação original e está sujeito aos mesmos riscos de qualquer outro papel de renda variável.

Apesar da grande demanda pelo Xbox Series X/S e o PS5, os especialistas não viram os lançamentos como impactantes para o desempenho dos papéis no curto prazo. “Em tese, não deve mudar nada, até porque se quebrar a receita das duas empresas elas não são dependentes dos games”, afirmou Breno Bonani, analista da Avenue.

As vendas dos consoles de ambas as companhias representam cerca de 30% do seu faturamento total. Porém, no caso da Microsoft, a porcentagem é fatiada entre o Xbox e outros três produtos. Portanto, o peso do console se torna menor ainda.

Gustavo Cruz, estrategista da RB investimentos, explica que mesmo com vendas surpreendentes, não há motivo para as ações das companhias saltarem, assim como os seus BDRs. “Pode surtir um efeito de alavancagem nos papéis, mas pouco”, disse Cruz.

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O momento foi de cautela para os investidores que desejaram apostar nas empresas, precisando ponderar os riscos e diferenças entre as companhias. “A Sony é mais sensível às vendas do console. Uma decepção afeta bem mais, mas uma superação das expectativas também traz possibilidades de ganhos”, afirma Cruz.

Para quem deseja apostar na nova geração dos videogames, Bonani ressaltou que as melhores oportunidades estão nas desenvolvedoras de jogos, como a Activision (ATVI34), EA (EAIN34) e Take-Two (T1TW34), e não nas empresas dos consoles. “Elas têm receita garantida, pois são lançadas para as duas plataformas”, diz o analista.

Longo prazo

O lançamento do Xbox Series X/S e do PS5 devem beneficiar os papéis no longo prazo. O motivo? Os consoles devem ficar no mercado por vários anos, assim como seu antecessor, ambos têm preço acessível e a demanda por novidades está tão reprimida que as vendas devem ser altas por um bom tempo.

Considerando o fato das duas empresas serem concorrentes diretas, o investidor deve apostar na companhia que acredita ter mais condições de se destacar no longo prazo.

Nesse sentido, Cruz, da RB investimentos, salienta que vender mais não significa que uma companhia “venceu” a outra. O que importa é quanto a empresa consegue fazer de receita com cada console. “O investidor precisa ficar atento às estratégias de negócio, além do número de consoles vendidos”, afirma o estrategista.

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Na avaliação dos especialistas, Microsoft sai na frente da Sony. A aposta é reflexo da tendência de que tudo seja cada vez mais virtual e menos físico – como uma das principais apostas da companhia, o OneDrive, para armazenamento em nuvem.

“A Microsoft já tem a estrutura necessária para aplicar no console. A Sony não. Ou seja, o seu console deve ser mais lucrativo mesmo que venda menos unidades, pois tudo que os jogadores precisarem  terão acesso diretamente via o próprio Xbox”, diz Cruz.

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