A empresa é a principal beneficiária da melhora das curvas de preços no setor, nomeadamente a médio prazo”, diz o relatório do banco americano.
Ele pontua também que o Cerrado foi antecipado e está próximo – com o comissionamento do projeto, o capex deve ser substancialmente menor, afetando positivamente o fluxo de caixa livre (FCF) em 2H24, na visão da casa. “Suzano deve ter crescimento substancial do volume, de 21% até 2025, enquanto o projeto tem um ramp-up”, prevê.
Por fim, o banco ainda vê suporte no valuation, com a Suzano negociando com múltiplos de 7,2 vezes e 6,1 vezes o EV/Ebitda esperado pela casa para 2024 e 2025, respectivamente. JPMorgan espera yields de FCF de 6,4% e 7,7% para os mesmos períodos.