Suzano sai numa “troca estratégica”, para embolsar a rentabilidade acumulada em setembro (8,24%), enquanto Vibra vem na esteira do que a Terra considera “espaço para a aprimoramento operacional” e possibilidade de os investidores terem “melhor visibilidade do poder de lucro da empresa e, consequentemente, dos potenciais dividendos“.
Na leitura de cenário que consta do relatório assinado pelos analistas de investimentos Régis Chinchila e Luis Novaes, a Terra chama atenção para o peso do tema fiscal na conduta dos investidores, em acréscimo às decisões de política monetária “para lidar com o baixo crescimento ou inflação elevada” pelo mundo.
“Nos próximos meses, esperamos que o governo aponte soluções para o fiscal brasileiro e que as incertezas diminuam em âmbito global com os novos dados econômicos”, afirma a corretora no relatório.
Em setembro, a carteira recomendada da Terra Investimentos registrou perda de 0,6% frente ao ganho de 0,7% do Ibovespa.