“Vicente Falanga não acredita que essas decisões representem grandes riscos para os dividendos de 2024 da companhia, principalmente porque: a Petrobras pode fazer depósitos judiciais em diversas parcelas em caso de perdas, para continuar lutando na Justiça; a Petrobras poderia até ganhar algumas destas decisões (o histórico sugere quase 50%); e são aplicados descontos nas multas em caso de empate no Carf”, afirma o BBI.
Nesta quinta-feira, o Carf retomará a decisões sobre a disputa tributária de R$ 6,4 bilhões com a Petrobras. No geral, a estimativa inicial do BBI é de que as decisões do Carf poderão reduzir apenas 1% a 2% ao ano o valor de mercado da companhia nos próximos anos, “muito em linha com os anos anteriores”, segundo o banco.
O BBI reitera recomendação outperform (equivalente a compra) para a ação preferencial da Petrobras, com preço-alvo de R$ 38,00 representando um potencial de 16,5% sobre o fechamento de quarta-feira, 4.