Com aportes mínimos de R$ 1, os clientes da companhia poderão negociar inicialmente três criptomoedas: ethereum, bitcoin e USDC (moeda lastreada em dólar). Para viabilizar o processo, a plataforma de ativos digitais do MB será integrada ao MagaluPay e irá permitir a compra, a venda e a custódia de criptoativos em poucos cliques.
Os mais de 10,6 milhões de usuários do MagaluPay contarão ainda com material educativo sobre a nova modalidade de investimento, podendo acessar vídeos que introduzem conceitos e auxiliam nas tomadas de decisão para as primeiras negociações em criptoativos. Como mais uma iniciativa de digitalização e inclusão financeira, a solução busca ampliar a cesta de serviços disponíveis aos clientes do Magalu.
Para conseguir acessar o serviços, os interessados deverão estar no nível 2 de cadastro no aplicativo. Ou seja, se ainda não fizeram isso, vão precisar confirmar os dados de identificação facial (via selfie), realizar a validação do documento de identidade e atualizar informações sobre endereço, profissão, CPF e renda.
Segundo o MB, a empresa disponibilizou ao MagaluPay a infraestrutura do MB Cloud, um produto de cripto como serviço (do inglês, Crypto as a Service ou CaaS), com a opção de comprar e vender criptoativos diretamente pelo aplicativo. “Estamos entusiasmados em fornecer a tecnologia para que esse gigante do varejo possa explorar ainda mais o potencial da economia tokenizada, conectando milhões de pessoas com o mundo da tecnologia blockchain”, afirmou Guilherme Pimentel, diretor de Produtos do MB.