Por volta das 13h30 (de Brasília), no pregão eletrônico da Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex), o cobre para três meses tinha alta de 0,45%, a US$ 3,7800 a libra-peso. No mesmo horário, o cobre para três meses avançava 0,53%, a US$ 8.420,50, na London Metal Exchange (LME).
O ANZ nota que, ontem, os preços do cobre respiraram depois de subirem 6% em dez dias. No entanto, as questões de oferta renovada e a forte procura por energias renováveis poderão proteger o lado negativo do metal, avalia.
Os integrantes do mercado de mineração de cobre provavelmente verão que a atual pressão sobre os fluxos de caixa levará a uma fase de aperto do cinto em todo o setor até que os preços recuperem, segundo analistas do Deutsche Bank, apontando para um foco renovado nos custos e decisões de investimento atrasadas no curto prazo.
“Nossa análise dos fluxos de caixa das empresas e dos projetos futuros mostra que a indústria do cobre não está gerando nenhum fluxo de caixa nos níveis atuais, os custos de capital provavelmente aumentarão em mais de 30% e os preços precisarão subir de 15% a 30%”, eles dizem. O banco alemão prevê um mercado de cobre amplamente equilibrado em 2024, mas que os déficits regressarão em 2025, à medida que o ciclo da procura global recuperar. Prevê o cobre a US$ 10.000 por tonelada métrica até o final de 2024.
No horário citado acima, na LME, a tonelada do alumínio subia 0,09%, a US$ 2.223,50; a do chumbo recuava 0,07%, a US$ 2.215,00; a do níquel avançava 0,76%, a US$ 16.630,00; a do estanho desvalorizava 1,17%, a US$ 24.450,00; a do zinco subia 1,66%, a US$ 2.540,50.
Com informações Dow Jones Newswires