Investidores continuam repercutindo, com otimismo, as decisões de política monetária no Brasil e nos Estados Unidos na quarta-feira (13), com foco especial na mensagem passada pelo Federal Reserve (Fed), o banco central americano.
A instituição monetária reconheceu pela primeira vez a possibilidade de redução na taxa de juros por lá em 2024 – contamos detalhes aqui.
O índice chegou a ser negociado na casa dos 131 mil pontos, mas corrigiu ao longo do pregão. “Boa parte do movimento de alta hoje se deve ao clima mais otimista no exterior, que pode ajudar o Banco Central aqui no Brasil a acelerar o corte da Selic em 2024, dentro da medida do possível”, destaca Andre Fernandes, head de renda variável e sócio da A7 Capital.
Em Nova York, S&P 500 e Nasdaq subiram 0,27% e 0,19%, respectivamente. O Dow Jones subiu 0,43%, encerrando o dia em seu maior nível na história.
O dólar teve uma leve desvalorização de 0,07% frente ao real, cotado a R$ 4,91. Já o euro subiu 0,89% no dia, a R$ 5,40.
Os três papéis que mais valorizaram no dia foram Dexco (DXCO3), Prio (PRIO3) e Lojas Renner (LREN3).
Confira o que influenciou o desempenho dos ativos:
Dexco (DXCO3): +4,79%, R$ 8,10
As ações da Dexco subiram 4,79% no pregão, na dianteira do Ibovespa, depois que a companhia aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) a R$ 0,215308641665 por ação. Os papéis encerraram o dia a R$ 8,10.
A DXCO3 sobe 11,57% no mês e 19,47% no ano.
Prio (PRIO3): +4,53%, R$ 47,28
As ações da Prio subiram 4,53%, a R$ 47,28.
Os papéis sobem 2,94% no mês e 27,06% no ano.
Lojas Renner (LREN3): +4,30%, R$ 17,45
As ações da Renner subiram 4,30%, cotadas a R$ 17,45, em um dia positivo para papéis ligados à economia doméstica.
A LREN3 sobe 6,60% no mês, mas cai 12,40% no ano.
*Com Estadão Conteúdo