A empresa afirma que, desde então, o PSA passou a contar com o apoio de credores quirografários (que não desfruta de privilégios ou preferências) titulares de parcela significativamente superior a 60% da dívida da companhia, excluindo os créditos intercompany (entre empresas filiadas).
Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a varejista informa ainda que seu Conselho de Administração deliberou pelo aditamento e modificação da cláusula 5.1.4 do seu Plano de Recuperação Judicial (PRJ) a ser submetido à aprovação da Assembleia Geral de Credores da Companhia (AGC) convocada, em primeira chamada, para esta terça-feira (19).
A proposta é de que essa cláusula estabeleça que o preço de emissão das novas ações no âmbito do aumento de capital previsto no PRJ será calculado com base no critério de 1,33 vez o preço médio ponderado por volume (VWAP) de negociação das ações ordinárias de emissão da companhia na Bolsa de Valores nos 60 dias corridos imediatamente anteriores à véspera da data da aprovação do PRJ.
Esse preço de emissão, que assumindo a aprovação do PRJ é de R$ 1,30/ação, ainda deve ser submetido pela administração da Americanas à deliberação da assembleia de acionistas por ocasião da aprovação do aumento de capital. A implementação desse aditamento e modificação, mediante deliberação do Conselho de Administração da companhia, era uma condição resolutiva do PSA.