O Ibovespa chega aos últimos pregões de dezembro registrando ganho de 4,26% no mês e de 20,98% no ano. Além disso, o fluxo de capital externo está positivo em R$ 42,093 bilhões no ano, até a última quinta-feira (21). Com sucessivos recordes de pontuação nos últimos pregões, a tendência, segundo analistas, é de que o índice continue em alta, em busca de novos objetivos gráficos. Para isso, sopram favoravelmente ao mercado de ações os ventos do afrouxamento monetário no Brasil e nos Estados Unidos.
Levantamento do CME apontou nesta manhã 88% de chances de o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) iniciar os cortes de suas taxas básicas já em março.
Nesta manhã, um dos poucos destaques foi o Boletim Focus, do Banco Central, normalmente divulgado às segundas-feiras. O documento mostrou que a expectativa para a inflação deste ano recuou mais uma vez, passando de 4,49% para 4,46%. Para 2024, foco da política monetária, a projeção passou de 3,93% para 3,91%.
No que diz respeito ao setor varejista, Casas Bahia (BHIA3) e Petz (PETZ3) estão entre as maiores altas, com +2,20% e +1,98%), respectivamente. Já o Soma (SOMA3) e Lojas Renner (LREN3) são destaques de baixa, com -2,14% e -1,19%, respectivamente.
Já no setor da mineração, quem lidera os ganhos no índice é a Vale (VALE3) com +1,17% e CSN Mineração (CMIN3), com +1,21%, amparadas pela alta de 1,34% do minério de ferro em Dalian, por serem mais expostas à commodity.
Às 11h52, o Ibovespa futuro tinha alta de 0,35%, aos 133.221 pontos.