A primeira sessão do ano foi de cautela nos mercados, prevalecendo o viés negativo entre as principais bolsas globais. Após o rali nos preços ao longo dos últimos dias de dezembro, o investidor começou 2024 realizando lucros e ponderando o futuro da política monetária dos Estados Unidos. Apesar do mercado precificar que o início de corte nos juros americanos deve ser em março, a agenda da semana inspira cautela, com destaque para o payroll (dados de emprego) e os juros dos Treasuries trabalharam em forte alta na sessão desta terça-feira.
Nas bolsas, os índices de Nova York encerraram em queda, enquanto na Europa as bolsas fecharam o dia sem sinal único. Por aqui, em meio à liquidez ainda enxuta, o Ibovespa recuou, influenciado pela cautela internacional em meio a dúvidas com a desaceleração econômica e uma certa parcimônia em relação à situação fiscal do país.
Ao fim da sessão, o Ibovespa tinha queda de 1,1%, aos 132.697 pontos e volume de R$ 19,6 bilhões, enquanto o dólar avançou 1,3%, aos R$ 4,92, enquanto os juros futuros subiram, alinhados ao comportamento dos títulos norte-americanos.
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