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BTG avalia positivamente estratégias de crescimento da C&A (CEAB3)

O banco enfatiza, no entanto, que a empresa e outras varejistas devem enfrentar "impactos macro"

BTG avalia positivamente estratégias de crescimento da C&A (CEAB3)
Foto: C&A/ Divulgação

O BTG Pactual (BPAC11) disse ter se reunido com os diretores da C&A (CEAB3) Paulo Correa e Laurence Gomes, que enfatizaram como principais caminhos de crescimento a maior produtividade das lojas e vendas por metro quadrado; o aumento da participação do segmento financeiro C&A Pay nas vendas; e uma presença mais alta em regiões além do Rio e de São Paulo, entre outras coisas. O banco avalia positivamente as estratégias da empresa, mas aponta que a C&A e outras varejistas de vestuário mais expostas à baixa/média renda devem enfrentar impactos macro.

“Gostamos de investimentos estratégicos na cadeia de abastecimento (modelo push-and-pull e automação) e em serviços de crédito ao consumidor, além de iniciativas de controle de custos, mas a C&A e outras varejistas de vestuário mais expostas a consumidores de rendas baixas/médias enfrentarão impactos macro na renda disponível dos consumidores”, escrevem os analistas Luiz Guanais, Gabriel Disselli e Pedro Lima. Eles citam poder mais baixo de precificação em relação a varejistas mais expostas a “consumidores sofisticados”.

Em relação ao braço financeiro, o C&A Pay (cartão de crédito privado da companhia) e o Bradescard representam 25% das vendas, “muito abaixo de alguns pares (30/40%)”, diz o BTG. Apesar de reconhecer a importância para a fidelização dos clientes, o banco menciona riscos de aumentar sua plataforma de financiamento ao consumo em meio a um cenário de altas taxas de juros e inadimplência.

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O BTG Pactual espera um quarto trimestre “decente”, com faturamento da divisão de vestuário subindo 12%, impulsionado pela oferta de crédito e por melhores volumes, “mas não tanto por preços, apesar da ideia de repassar a inflação”. Para a Margem Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustada do período, é projetado um aumento de 270 pontos base em relação ao ano anterior.

O BTG Pactual tem recomendação neutra para os papéis da C&A, com preço-alvo de R$ 7, o que representa uma potencial desvalorização de 8,1% sobre o fechamento da última quarta-feira (10).

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