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Carteira de crédito de bancos brasileiros deve crescer menos em 2024, diz Moody’s

Segundo a agência de classificação de riscos, contudo, a rentabilidade ficará estável

Por Matheus Piovesana

16/01/2024 | 17:24 Atualização: 16/01/2024 | 17:26

Caixa eletrônico de agência bancária (Foto: Freepik)
Caixa eletrônico de agência bancária (Foto: Freepik)

A carteira de crédito dos bancos brasileiros deve crescer menos que a média dos últimos anos em 2024, de acordo com a agência de classificação de riscos Moody’s. A casa acredita, por outro lado, que a rentabilidade ficará estável, com a queda dos juros reduzindo os custos de captação das instituições do País.

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“O crédito na América Latina se expandirá, na média, em um ritmo de alta de um dígito. No Brasil, o crescimento permanecerá abaixo do observado nos dois anos anteriores”, afirma a casa, em relatório.

Mesmo com a melhoria da capacidade de pagamento dos brasileiros, a Moody’s acredita que os bancos manterão maior conservadorismo nas concessões. “Os bancos brasileiros manterão uma estratégia moderada de crescimento de empréstimos em 2024, com ênfase nos padrões de originação mais seletivos, particularmente para portadores de cartões de baixa renda em meio ao elevado endividamento das famílias.”

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Por outro lado, os analistas esperam uma melhora nos indicadores de crédito, e que a queda dos juros no Brasil reduza os custos de captação dos bancos. Este fator deve ajudar a compensar a queda dos juros cobrados pelas instituições nos empréstimos. Combinados, os dois fatores devem fazer com que a rentabilidade das instituições do País fique estável.

O texto aponta que a redução do teto de juros do crédito consignado para aposentados e pensionistas do INSS, bem como o limite de 100% para os juros do crédito rotativo, regulamentado no final de 2023, têm impactos negativos para a rentabilidade dos bancos. Mas este impacto deve ser limitado.

“Os empréstimos consignados sujeitos a esse limite totalizam apenas 4% da carteira de empréstimos do País, enquanto o segmento rotativo de cartões de crédito constitui menos de 2%”, diz a Moody’s.

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