Eles destacam que a Petrobras informou que prosseguirá a realizar a transição energética “sem abandonar o seu negócio principal (core business) nem a sua responsabilidade financeira”. E ainda que a administração não tenha detalhado a estratégia da empresa, segundo o BTG Pactual, o evento “reforçou a crença de que muitos dos guidances divulgados recentemente parecem conservadores e incorporam riscos de execução”.
“Dito isso, continuamos acreditando que há espaço para a produção surpreender positivamente nos próximos anos, e que o modelo da Petrobras pode estar considerando riscos demais, dado o histórico recente do pré-sal e seus contratempos operacionais em seus estágios iniciais”, escreveram em relatório Soares, Duarte e Pérez.
A recomendação é de compra, com preço-alvo de US$ 19 para os American Depositary Receipts (ADRs, recibos de ações de empresas não-americanas emitidos e negociados nos EUA), potencial valorização de 11,3% sobre o fechamento da última quarta-feira (31).