“A decisão desta noite de pagar apenas dividendos ordinários aumenta a percepção de risco na Petrobras, particularmente sobre a influência do governo nas principais decisões de alocação de capital. Em nossa opinião, isso sugere que a empresa poderia estar migrando para uma agenda mais focada no crescimento em energias renováveis (desencadeando maiores investimentos com menores retornos) e aumento da probabilidade de a empresa realizar fusões e aquisições (refinaria RLAM, petroquímica, distribuição de combustíveis)”, avaliam os analistas Caio Ribeiro e Leonardo Marcondes.
Além disso, o banco pondera que há uma falta geral de catalisadores no futuro, dado, uma vez que o mercado já está trabalhando com previsões de produção acima do guidance da Petrobras, o capex (investimento) já está previsto para aumentar em 2025 e os rendimentos mínimos de dividendos parecem inferiores aos dos pares para 2025.