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Dólar hoje: moeda sobe, influenciada pelo resultado da inflação nos EUA

O rendimento dos títulos de dívida do país americano também esteve no radar desta quinta-feira (14)

Por Antonio Perez

14/03/2024 | 17:50 Atualização: 14/03/2024 | 17:50

(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)

Após troca de sinais pela manhã, o dólar à vista ganhou força ao longo da tarde e se firmou em alta no mercado local nesta quinta-feira (14), acompanhando a onda de valorização da moeda americana no exterior. Resultado acima do esperado da inflação ao produtor nos Estados Unidos aumentou a probabilidade de um ciclo menor de queda de juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central do país) neste ano e levou a nova rodada de alta das taxas dos Treasuries (títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano), castigando divisas emergentes.

Leia mais:
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Com máxima a R$ 4,9940 à tarde, o dólar à vista encerrou a sessão de hoje em alta de 0,22%, a R$ 4,9870. Após o avanço de hoje, a moeda passa a acumular valorização de 0,28% em março. No ano, os ganhos são de 2,76%. Principal termômetro do apetite por liquidez, o contrato de dólar futuro para abril teve bom giro, acima de US$ 15 bilhões – o que pode sugerir mudanças relevantes no posicionamento de investidores.

O índice de inflação ao produtor (PPI, na sigla em inglês) subiu 0,6% em fevereiro, bem acima da expectativa (0,3%). O núcleo do índice – que exclui itens mais voláteis como energia e alimentação – avançou 0,3%, um pouco acima do esperado (0,2%). Na terça-feira, 12, o núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI) também havia superado as estimativas.

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“As taxas dos Treasuries sobem e a maioria das moedas se desvaloriza em relação ao dólar. O PPI mais forte veio depois de um CPI também forte”, afirma o head da Tesouraria do Travelex Bank, Marcos Weigt lembrando que as chances de o Federal Reserve promover corte de juro em junho, que superavam 80% no início da semana, agora estão abaixo de 70%.

Weigt observa que o real tem neste ano desempenho inferior ao de seu principal par, o peso mexicano, em razão dos problemas domésticos. Enquanto a moda brasileira apresenta perda de mais de 2% no ano, oscilando no intervalo entre R$ 4,90 e R$ 5,00, o peso mexicano tem ganhos de cerca de 3% em relação ao dólar de 15 de janeiro para cá.

“Se o real estivesse acompanhando o peso mexicano, o dólar estaria em R$ 4,78. Mas temos muito intervencionismo do governo na economia, como mostraram os casos da Vale (VALE3) e da Petrobras (PETR4)”, diz o tesoureiro, ressaltando que o foco está no aumento da arrecadação. “E quando a arrecadação sobe, os políticos falam em gastar mais”.

O respiro do real pela manhã, quando o dólar registrou mínima a R$ 4,9538, foi atribuído por operadores a ajustes e à leitura forte das vendas no varejo em janeiro. Isso sugere atividade anda em ritmo maior que o previsto e pode colocar um piso mais alto para taxa Selic terminal – fato que impede uma erosão maior do diferencial de juros e mantém certa atratividade para o “carry trade”.

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Operadores afirmam que o fluxo comercial impediu que o dólar rompesse os R$ 5,00 nos últimos dias. Toda vez que a taxa de câmbio se aproxima desse nível técnico, exportadores internalizam recursos. De fato, dados do fluxo total cambial divulgados hoje pelo Banco Central mostram saldo positivo de US$ 2,233 bilhões em março (até o dia 8), graças à entrada líquida de US$ 1,840 bilhão via comércio exterior. No ano, o fluxo total é de R$ 5,312 bilhões, em razão de entrada líquida de US$ 9,193 bilhões. No ano passado, até o dia 10 de março, o fluxo total era positivo em US$ 10,266 bilhões.

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