O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,06%, aos 504,85 pontos. Nos EUA, as expectativas para a inflação medidas pelo Instituto Michigan em 12 meses subiram, passando de 2,9% em março para 3,1% em abril. Já para o intervalo de cinco anos, as expectativas de inflação cresceram de 2,8% para 3,0% em igual período. Os resultados pressionam o Fed por uma postura mais restritiva.
Já no começo da temporada de balanços, as ações do JPMorgan Chase recuam, após o maior banco em ativos do mundo revelar uma despesa extraordinária de US$ 725 milhões no primeiro trimestre relacionada ao estresse bancário no ano passado, o que camuflou o lucro acima do esperado no período.
No Reino Unido, a produção industrial teve alta mensal de 1,1% em fevereiro, surpreendendo analistas que previam estabilidade. Já o Produto Interno Bruto (PIB) britânico cresceu 0,1% no mesmo período, em um novo sinal de que o país está deixando a recessão para trás. No país, a mineradora Glencore subiu 5,10%, enquanto a Anglo American avançou 3,67%, impulsionando o FTSE 100 a fechar em alta de 0,91%, a 7.995,58 pontos, em Londres.
Na Alemanha, por sua vez, foi confirmado que a taxa anual da inflação ao consumidor (CPI) desacelerou a 2,2% em março. Em Frankfurt, o DAX recuou 0,28%, a 17.904,15 pontos. Em Milão, o FTSI MIB subiu 0,15%, a 33.764,15 pontos. Em Madri, o Ibex 35 teve alta de 0,31%, a 10.682,40 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 avançou 0,65%, a 6.337,43 pontos.
Entre ações individuais, a da BP saltou 3,67% em Londres, após relatos de que a petrolífera britânica foi recentemente alvo de possível aquisição pela Abu Dhabi National Oil Co. (Adnoc), dos Emirados Árabes Unidos.
Já o Société Générale fechou acordos para vender as operações marroquinas Société Générale Marocaine de Banques e La Marocaine Vie à empresa de investimento privado Saham Group, por 745 milhões de euros, e a ação do banco avançou 1,82% em Paris, onde o CAC 40 recuou 0,16%, a 8.010,83 pontos.