Nos mercados, os índices de Nova York apresentaram alta leve, em meio ao recuo dos rendimentos dos Treasuries e enfraquecimento do dólar em escala global. Já na Europa, as bolsas encerraram a sessão sem sinal único, com atenção a dados da região e postura do Banco Central Europeu. Por lá, o CPI da Alemanha ficou em 2,2% em abril, inalterado em relação a março, apontando que a inflação na maior economia do bloco segue persistente e levantando incertezas sobre a política monetária da zona do euro.
No Brasil, o comportamento externo serviu como principal alicerce para a continuidade do movimento positivo do índice após o forte avanço da sexta-feira. Com apoio de Vale e Petrobras, o Ibovespa subiu 0,65% aos 127.352 pontos, na máxima da sessão, com giro financeiro de R$ 17,3 bilhões.
No entanto, o pedido de recuperação extrajudicial do Grupo Casas Bahia roubou as atenções na sessão, com o papel subindo mais de 30% em resposta ao alívio de curto prazo percebido para a varejista. No câmbio, o dólar encerrou o dia próximo da estabilidade em relação ao real, cotado a R$ 5,12. Já em relação aos juros futuros o movimento foi majoritariamente de queda, com amplitude mais evidente nos vértices de curto e médio prazo.
Confira todos os vídeos e podcasts diários produzidos pela Ágora Investimentos.