Em maio, as taxas recuaram 162 pontos-base, 182 pontos-base e 143 pontos-base, respectivamente. “Os rendimentos dos Treasuries estão caindo ao longo da curva à medida que os traders avançam para aumentar as probabilidades em um ciclo de flexibilização começando no final do ano”, afirma o grupo financeiro Corpay, que prevê que o Fed sinalizará intenção de cortar a taxa básica a partir de agosto.
A revisão nas apostas já havia iniciado ontem após a segunda leitura do Produto Interno Bruto (PIB) apontar crescimento econômico mais no primeiro trimestre ainda mais brando do que o divulgado anteriormente. Mas o processo se intensificou nesta manhã, quando os EUA informaram que o PCE – métrica inflacionária preferida do Fed – subiu à taxa anual de 2,7% em abril. Em resposta, a curva futura consolidou a aposta majoritária de que a o pimeiro corte de juros do Fed virá em setembro, conforme indicou a plataforma de monitoramento do CME Group.
Para a próxima semana, o BMO Capital Markets prevê que a renda fixa americana oscilará sem muito ímpeto até a divulgação do relatório de emprego dos EUA, o payroll, de maio, na sexta-feira. “Rendimentos mais baixos serão mais fáceis de serem alcançados no ambiente atual”, afirma.