Ao longo da reunião, a nova CEO destacou que pretende executar a estratégia delineada anteriormente pela companhia, que, segundo ela, já está bem definida. Para o BTG, embora eles acreditem que a entrega de investimentos em exploração e produção (E&P) segundo o PE seja bem-vinda, dada a alta rentabilidade dos projetos, o banco continua a achar improvável que a Petrobras cumpra sua orientação de US$ 18,5 bilhões em 2024.
“Muitos atrasos são devidos a restrições na cadeia de suprimentos e atrasos de terceiros, e continuamos a incorporar um capex 20% abaixo da orientação em nosso modelo, abrindo espaço para pagamentos maiores”, afirmam os analistas Pedro Soares, Henrique Pérez e Thiago Duarte em relatório.
Eles destacam ainda que a executiva reconheceu que esforços estão sendo feitos para acompanhar o ritmo de desembolso do PE por meio de iniciativas operacionais e ganhos de eficiência, muitos dos quais relacionados a opex.
O BTG manteve a recomendação de compra para os American Depositary Receipts (ADRs) da Petrobras, com preço-alvo de US$ 19.00, com potencial de valorização de 39%.