Por volta das 17h (de Brasília), a taxa da T-note de 2 anos estava em 4,433%, ante 4,424% na véspera. A taxa da T-note de 10 anos operava em 4,150%, ante 4,162% no fim da tarde de ontem e a do T-bond de 30 anos baixava a 4,364%, ante 4,373% na sessão anterior.
A plataforma de monitoramento do CME Group passou a precificar 95,3% de chance de o Fed realizar um relaxamento em setembro. Ontem, a hipótese chegou a uma probabilidade de 100%.
Dirigentes do Fed seguiram indicando que o BC está preparado para realizar um alívio. O presidente do Fed em Richmond, Thomas Barkin, disse que a desinflação agora parece estar se ampliando pela economia, com os aumentos de custos no setor de serviços e na habitação começando a desacelerar. O diretor do Fed, Christopher Waller disse que o momento exato em que BC americano anunciará seu primeiro corte de juros “não importa muito”.
O tom de cautela também permeou o Livro Bege. Os preços continuaram aumentando a um ritmo modesto na economia dos EUA até meados de julho, enquanto os gastos do consumidor permaneceram praticamente estáveis, registrou o documento elaborada pelo Fed.
Entre os céticos sobre o momento de alívio em setembro está Bank of America (BofA). A instituição quer ver a economia americana e a inflação esfriando mais para se convencer a mudar o seu cenário base de início de corte de juros, de dezembro para setembro.
Com informações da Dow Jones Newswires