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Investimentos

O que levar em conta ao montar uma carteira de investimentos em renda fixa?

Conjuntura econômica e projeções a médio e longo prazo devem ser consideradas, mas não só elas

Por Gabriel Serpa

19/07/2024 | 17:05 Atualização: 19/07/2024 | 17:05

Renda fixa. (Imagem: Rmcarvalhobsb em Adobe Stock)
Renda fixa. (Imagem: Rmcarvalhobsb em Adobe Stock)

Quem já está familiarizado com a dinâmica do mercado de renda fixa logo sente a necessidade de montar uma carteira de investimentos. Mas existem alguns pontos que devem ser considerados pelo investidor, a fim conferir variedade e segurança na hora de compor seus ativos, de forma equilibrada.

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Antes de prosseguir, é importante que o proprietário da carteira busque orientação profissional, que esteja atenta ao contexto econômico do momento, às principais projeções a médio e longo prazo e às condições que fazem um ativo de renda fixa ser mais vantajoso, em detrimento de outro.

Se a taxa básica de juros (Selic) estiver em tendência de alta, as escolhas provavelmente serão diferentes, em relação aos momentos de baixa. Assim como o comportamento dos índices de inflação tendem a orientar a compra (ou não) de um ativo atrelado ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). De modo que a conjuntura jamais pode ser deixada de lado.

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Outro ponto a ser explorado é a diversificação dos ativos de renda fixa. Não apenas nominalmente, mas a quais variações e riscos os títulos estão expostos. Seria difícil imaginar que uma carteira totalmente atrelada à taxa Selic apresenta diversificação, ainda haja papéis com nomes distintos nela.

Há títulos públicos vinculados ao IPCA e à Selic; CDBs com rendimento sobre o Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e pós-fixados; títulos de dívida de empresas (as debêntures); ativos que combinam taxas variáveis a valores prefixados; assim por diante.

E ainda é possível se expor a rendas fixas de outros países, investindo em exchange-traded funds (ETFs, na sigla em inglês), por exemplo. Encontrar o equilíbrio entre tantas opções podem levar tempo.

Aqui, vale mencionar que ativos de renda fixa como os CDBs, as LCIs e LCAs contam com a cobertura de R$ 250 mil pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), o que aumenta a segurança de quem investe neles.

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Dessa forma, caso a instituição escolhida para aplicação não possa arcar com seus débitos, o investidor recebe o dinheiro de volta, até esse limite. Uma exposição maior a esses títulos, inclusive, pode agradar a quem tem maior aversão aos ricos.

Conhecer o próprio perfil e saber quais aplicações se adequam melhor a ele é outra razão para buscar o auxílio de consultores de finanças ou assessores de investimentos. Isso porque há mais fatores que devem ser considerados: capacidade financeira, tempo até o resgate, volume de recursos disponíveis e  gastos fixos mensais.

Além disso, diferenciar perfis conservadores dos mais dispostos a correr riscos ajuda a definir o equilíbrio entre os produtos que deverão compor a carteira. São questões como qual parcela está suscetível a variações, se a porcentagem do rendimento final está prefixada, quais títulos podem ser liquidados antes do vencimento e qual é a porcentagem de retorno do investimento isento de tributação. Outra pergunta: existe alguma margem de reserva emergencial?

Como se vê, a tarefa pode ser desafiadora, em especial para os menos experientes. Existem diversos pontos a serem analisados antes de montar uma carteira de investimentos em renda fixa, e um profissional capacitado do ramo das finanças pode explicar, um a um, a seu cliente, antes que ele vá às compras.

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