“A porta continua aberta para relaxamento monetário adicional”, se as condições econômicas permitirem, apontou Kazimir. “Os próximos dados, combinados com novas projeções [em setembro], vão definir o ambiente para quaisquer decisões necessárias.”
Segundo ele, a decisão de manter os juros em julho reafirma as expectativas do banco central sobre a tendência desinflacionária e recuperação estável da economia, após o corte das taxas em junho. “Esse foi um passo importante para mostrar nossa confiança crescente de que a inflação continuará em queda”, afirmou, em artigo publicado pelo BC da Eslováquia.
Na quinta-feira (18), a autoridade monetária na Europa deixou suas principais taxas de juros inalteradas, como era amplamente previsto pelo mercado. A taxa de depósito seguiu em 3,75%, a de refinanciamento em 4,25% e a de empréstimos em 4,50%.
Kazimir ressaltou que os dirigentes do BCE continuarão dependentes de dados, mas em modo “vigilante e flexível” para ajustar a política monetária como for necessário.